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Espetáculos

Festas do Mar 2018

 

Concerto: David Pessoa

Fotos de Alexandre Rosado Albuquerque

Fotos de Pedro MF Mestre

 

Concerto: António Zambujo

Fotos de Alexandre Rosado Albuquerque

Fotos de Pedro MF Mestre

 

Paula Fernandes no Casino do Estoril

 

A cantora brasileira de 33 anos que tem tido um percurso musical de grande sucesso ao longo dos seus 26 anos de carreira, com um estilo transversal ao sertanejo, country, folk e pop, que num espectáculo único encheu por duas noites consecutivas o Salão Preto e Prata do Casino do Estoril nos passados dias 1 e 2 de Agosto.

 

Ela trouxe vários temas dos seus sucessos a este palco, uns mais calmos e intimistas e outros bem mexidos típicos da sua região de origem no Brasil.

 

A artista não só deu voz às canções, como também acompanhou algumas ao violão. A troca de violão era constante ao longo do desenrolar das músicas, tendo a mesma comparado essa troca de violão à frequente troca de traje típico de algumas senhoras, isto em tom de brincadeira.

 

Foi sempre muito dinâmica a cantar, dançar e numa música mais ritmada decide mesmo tirar os seus brilhantes sapatos de salto alto e preferir continuar a dançar descalça.

 

Esteve acompanhada por uma banda composta por teclas, baixo, bateria, duas guitarras e violão (conforme os temas), banjo e bandolim.

 

A surpresa da noite estava para o tema “Eu sem você” em dueto com o bem conhecido cantor português Mickael Carreira. Ambos cantaram muito cúmplices, e mostraram admiração pela carreira um do outro em palavras confidenciadas ao público.

 

O público estava muito envolvido nas canções de tal forma que acompanhava, dançava, ou mesmo registava o momento com os seus telemóveis, como tem vindo a ser habitual nos últimos tempos.

 

O auge do uso dos telemóveis esteve num tema que a cantora pediu à sala para ligar as lanternas dos mesmos para dar ambiente, assim como de seguida para registar a selfie com a artista em “Medley dos Xotes”, pois ela sai do palco e percorre os corredores da sala interagindo de proximidade com os fãs.

 

Em termos de diversidade musical, a cantora percorreu temas dos seus variados estilos, recorreu a um bom jogo de luz, alternando do vermelho e branco, para o azul e branco e ainda em temas “mais quentes” o verde e amarelo bem brasileiro.

 

O apoio do vídeo-hall também fez parte da configuração do palco, em que a cantora passou os videoclips dos bem conhecidos temas “Beijo bom” e “Traidor” enquanto os cantava em palco, assim como outras animações ali projectadas que decorreram ao longo das canções, o que também trouxe uma mais valia ao seu espectáculo.

 

Já na fase final, no penúltimo tema, a artista apresentou a sua banda ao público, assim como fez os agradecimentos às pessoas e entidades envolvidas na concretização deste concerto.

 

Em cerca de uma hora e meia, Paula Fernandes encheu de animação a sala, que no final lhe deu uma grande ovação em agradecimento pelo seu espectáculo.

 

Os temas que ela nos apresentou:

 

·         Intro/ Pronta pra você

·         Tem que ser você

·         Jeans

·         Não precisa

·         Thousand Years – Sensações

·         Pra você

·         Quando a chuva

·         Cartas – Amei te ver

·         Beijo bom

·         Medley com: Mineirinha / Apaixonado por você / Debaixo de um cacho.

·         Amargurando / Sem você / Ainda ontem chorei de saudade

·         Desculpa mas eu vou chorar

·         Medley de baladas (com Mickael Carreira): Cuidar mais de mim / Um ser amor / Eu ser amor / Eu sem você

·         Medley dos Xotes

·         Meu Dengo

·         Traidor

·         Piração

·         Pássaro de Fogo

Temas extra

·         Malandragem

·         Se o Coração viajar

 

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

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Vanessa da Mata no Casino do Estoril

 

A cantora brasileira, oriunda de Mato Grosso, com 26 anos de carreira, atuou pela primeira vez no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril a 28 de Julho, com uma sala muito bem composta de público.

 

Trouxe temas conhecidos da sua carreira, com enfase especial ao seu último trabalho “Caixinha de Música”.

 

O ritmo das suas canções e a sua grande voz contagiaram o seu público. Ela interagio com ele e mesmo em tom de brincadeira revelou que conhece Portugal e as suas iguarias.

 

Os temas com que a cantora presenteou os seus fãs:

 

·         Valsa do sorriso

·         Gente feliz

·         Bolsa de grife

·         Boa reza

·         Vermelho natural mystic

·         Ilegais

·         As palavras

·         Ainda bem

·         Te amo

·         Caixinha de música

·         Amado

·         A distância

·         Nossa canção

·         É impossível

·         Vá pro inferior

·         Fugiu da novela

·         Baú

·         Orgulho

Temas Extra

·         Não me deixe só

·         Gata

·         Boa sorte

·         Ai, Ai, Ai

 

 

Fotos: Alexandre Rosado Albuquerque

 

Texto: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Daniela Mercury – “O Axé, a Voz e o Violão” no Casino do Estoril

 

A cantora baiana trouxe ao Salão Preto e Prata do Casino do Estoril, no dia 6 de Julho um concerto intimista acompanhada pelo violão de Alexandre Vargas intitulado de “O Axé, a Voz e o Violão”.

 

Embora o concerto fosse numa vertente mais intimista, a cantora não deixou de mostrar a sua típica energia em palco ao longo de todo o espectáculo.

 

Ao longo do “show”, Daniela Mercury, foi revisitando temas bem conhecidos do seu público. A Rainha do Axé, actuou com um traje colorido, típico da sua origem e esteve sempre descalça, o que lhe permitiu mais movimento em palco.

 

Sempre em contacto com o público, interage de forma natural, pedindo para a acompanhar nas suas canções, recitando poemas, confissões da sua vida pessoal algumas mais intimas tais como relacionadas com o seu casamento e outras situações passadas na sua infância. O contacto total ocorreu quando ao longo de um dos seus temas sai do palco e percorre a sala a cantar. Nessa altura assistimos a uma fã mais emocionada em que lhe caiu uma lágrima quando Daniela lhe apertou a mão ao passar por si.

 

Os temas que Daniela Mercury cantou acompanhada pelo violão:

 

·         Dara

·         Alegria e lamento

·         Ilê pérola negra

·         A primeira vista (à primeira vista)

·         Desafinado / Menino do Pelô

·         Samba presidente

·         O mais belo / Por amor (Fala de duas mulheres)

·         Super homem

·         Canção do mar / Rosa sangue

·         Nobre vagabundo

·         Bêbado equilibrista

·         Cálice / Deus lhe pague

·         Há temos

·         Protesto / Como nossos pais

·         Trio em transe

·         Música de rua

·         Swing

·         Rainha do Axé

·         Canto da cidade

·         Banzeiro

·         Maimbe

 

 

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Morcheeba ao vivo no Casino do Estoril

 

Dia 20 de Junho, a banda britânica Morcheeba, com um estilo misto de rhythm and bluesmúsica alternativa e downtempo, subiram ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril para um concerto de uma hora e meia.

 

Apresentaram ao público os seus temas clássicos assim como um novo “Blaze away”.

 

A vocalista da banda, Skye Edwards apresentou-se em palco com um vestido vermelho um pouco alternativo, assim como seu típico corte de cabelo. Desfrutou ainda do efeito da ventilação de palco para dar mais destaque ao seu traje.

 

A banda no total teve uma luz um tanto strober, como luz cruzada e ainda mais baixa para temas mais intimistas.

 

Skye Edwards, interagiu com o público logo no segundo tema convidando-o a viver o espectáculo com ela, de pé.

 

Os temas finais do concerto foram bem escolhidos, “Sweet L.A.” calmo e intimista, na transição para o ritmado e bem conhecido “Rome” a vocalista apresenta a banda.

 

Os temas interpretados neste espectáculo:

 

·         Never Undo

·         Friction

·         Otherwise

·         Never an easy way

·         Blaze away

·         The sea

·         Part of the process

·         Blood like lemonade

·         Trigger Hippy

·         Light of gold

·         It’s summertime

·         Let’s dance

·         Blindfold

·         Let me see

Temas finais

·         Sweet L.A.

·         Rome

 

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Marchas Populares - Festas de Lisboa’18

 

Como foi sempre tradição em Lisboa, na noite de 12 para 13 de Junho comemora-se o seu Santo Popular, o Sto. António. Esta noite é composta por muitas festas e outras actividades por toda a cidade e uma gastronomia baseada na sardinha assada e outro tipo de grelhados sempre acompanhada por uma boa bebida.

 

As Marchas Populares fazem parte da festa ao desfilar na Avenida da Liberdade durante várias horas. Há marchas com carácter competitivo e outras que mesmo fora da prova mostram a sua beleza e o seu valor ao público.

 

Este ano houve 23 bairros e associações de participaram na competição, e pelo terceiro ano consecutivo a vitória vai para a Marcha de Alfama.

 

Das não competitivas, marcaram presença a convidada Marcha da Vila da Lousã, a Marcha Infantil de “A Voz do Operário”, a Marcha dos Mercados e a Marcha da Santa Casa.

 

As Marchas já tinham estado em exibição no Altice Arena em três noites seguidas para uma primeira apreciação a 1, 2 e 3 de Junho.

 

A sequência de entrada na Avenida:

 

Não competitivas:

Marcha Convidada: Marcha de Vila da Lousã

Marcha Infantil: A Voz do Operário

Marcha dos Mercados

Marcha da Santa Casa


Competitivas:
1ª S. Vicente

2ª Alfama

3ª Olivais

4ª Marvila

5ª Ajuda

6ª Lumiar

7ª S. Domingos de Benfica

8ª Alcântara

9ª Benfica

10ª Belém
11ª Bairro da Boavista

12ª Madragoa

13ª Mouraria

14ª Bica

15ª Graça

16ª Bela-Flor Campolide

17ª Carnide

18ª Castelo

19ª Penha de França
20ª Campo de Ourique

21ª Alto do Pina

22ª Bairro Alto

23ª Santa Engrácia

 

A avaliação é feita por um júri que tem em conta os seguintes pontos: Coreografia, Cenografia, Figurino, Letra, Musicalidade, Composição Original e Desfile na Avenida.

 

Nesta edição os membros do júri foram:

Presidente do Júri: Pedro Santos Franco
Apreciação da Coreografia: Victor Hugo Pontes
Apreciação da Cenografia: Ângela Rocha
Apreciação do Figurino: Dino Alves
Apreciação da Letra: Mitó
Apreciação da Música: Cesário Costa
Apreciação Global: Rui Lopes Graça e Fernando Duarte
Representante da EGEAC: Sofia Bicho


E esta foi a sua decisão:

Prémio Coreografia: Alfama

Prémio Cenografia: Alcântara

Prémio Figurino: Alfama, Bairro Alto e Carnide

Prémio Letra: Alfama e Madragoa

Prémio Musicalidade: Alfama

Prémio Composição Original: Marcha de Alfama “Canção de Alfama”

Prémio Desfile na Avenida da Liberdade: Bairro Alto e Madragoa

 

Pontuação atribuída a cada Marcha:

1.º Alfama (245 pontos)
2.º Bairro Alto (235 pontos)
3.º Madragoa (234 pontos)
4.º ex aequo Alto do Pina (225 pontos)
4.º ex aequo Penha de França (225 pontos)
6.º São Vicente (219 pontos)
7.º Marvila (214 pontos)
8.º Alcântara (212 pontos)
9.º Bica (207 pontos)
10.º Bairro da Boavista (206 pontos)
11.º Graça (203 pontos)
12.º Carnide (201 pontos)
13.º Ajuda (200 pontos)
14.º ex aequo Castelo (196 pontos)
14.º ex aequo Olivais (196 pontos)
16.º ex aequo Bela Flor – Campolide (180 pontos)
16.º ex aequo Mouraria (180 pontos)
18.º Campo de Ourique (169 pontos)
19.º Lumiar (165 pontos)
20.º São Domingos de Benfica (164 pontos)
21.º Belém (157 pontos)
22.º Santa Engrácia (138 pontos)
23.º Benfica (105 pontos)

 

(fonte EGEAC)

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Marchas dos Santos Populares – Cascais

 

No dia 9 de Junho pelas 21h30, Cascais teve mais uma edição das suas Marchas, na vertente não competitiva, integrada nas Festas dos Santos Populares.

 

Devido a este ano Cascais ser a Capital Europeia da Juventude o mote foi “Cascais e Juventude”, com letra e música de Maria Manuela Policarpo e os arranjos de Luciano Gonçalves.

 

Nesta edição houve três estreias, a Marcha da CERCICA, Marcha da Associação de Moradores do Bairro Irene e a Marcha do Grupo Desportivo do Zambujeiro.

 

Tanto os Grupos de Tires como de Talaíde fizeram a apresentação de uma Marcha com as suas crianças.

 

Foi uma festa com casa cheia, o Mercado da Vila já se vai tornando um espeço pequeno para a afluência de público oriundo de todo o concelho de Cascais, assim como o que vem de fora para assistir a este espectáculo popular.

 

É de notar que a Marcha da Sociedade Musical de Cascais trouxe como tema da sua actuação os escuteiros, assim como o do CCD de Cascais, além da marcha popular e ainda uma coreografia com o hino de Cascais Capital Europeia da Juventude.

 

Ao todo estiveram presentes 13 associações com 15 marchas, com 191 pares de adultos e 36 pares de crianças:

 

1)      Talaíde (Marcha Infantil e Adultos)

2)      1º de Maio de Tires (Marcha Infantil e Adultos)

3)      CERCICA

4)      Sociedade Musica de Carcavelos

5)      APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Doença Mental)

6)      Sociedade Musical de Cascais

7)      Grupo Cénico dos Bombeiros de Cascais

8)      Sociedade de Janes e Malveira

9)      Grupo Desportivo do Zambujeiro

10)   Sociedade Musical Alvidense

11)   Sociedade da Malveira da Serra

12)   Associação de Moradores do Bairro Irene

13)   CCD de Cascais

 

A letra da Marcha de Cascais:

I

Passa a marcha engalanada

Cantando e rindo, junto da Baía

O Cheiro dos manjericos

Que se confunde, com a maresia

 

II

Vão os jovens pescadores

Carregando os arcos, a desfilar

Dom Pedro fica orgulhoso

De lá do alto os ver passar

 

[Refrão]

 

Cascais antiga, sempre menina

Lá vai na marcha, que é popular

A juventude, duma varina

Com suas ancas, a baloiçar

 

Segue marchando, alegremente

É gente jovem, gente do povo

Sangue na guelra é irreverente

Isto é Cascais, um Cascais novo

 

III

Cascais Vila sem igual

Chama o turista, que fica encantado

Vão dançar no arraial

De Santo António, que é no mercado

 

IV

As Praias de areias quentes

O nosso sol, que é mais doirado

A Baía, os Palacetes

São de Cascais, postal ilustrado

 

[Refrão]

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Sara Baras apresenta “Sombras” no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril

 

A muito conceituada artista de Ballet Flamenco, Sara Baras, trouxe um espetáculo com um excelente elenco de bailarinos, acompanhados pelo som de guitarras de flamenco, assim como percussão, palmas e voz, por duas noites consecutivas a 10 e 11 de Maio.

 

Os cenários foram apresentados de forma a que cada ato fosse uma nova história com estilos diferentes e uma configuração de palco e luz adequadas ao tema, o movimento e dança a ser apresentada, o guarda roupa, as sombras e as variantes de flamenco que esta bailarina e coreógrafa incansável, trouxe para o Estoril num espetáculo de cerca de uma hora e meia.

 

O público foi reagindo com fortes aplausos ao longo do espetáculo. No final e após as vénias de agradecimento dos artistas, ainda foi apresentada mais uma coreografia para encerrar a sua brilhante atuação.

 

 

Texto: Vera Brás

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Modern Talking no Casino do Estoril

 

Thomas Anders dos Modern Talking atuou no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril perante uma plateia cheia a 20 de Abril.

 

A mítica banda alemã, muito famosa nos anos 80 e 90, fez-se representar pelo seu vocalista mais novo. Os temas que Thomas Anders trouxe a palco fizeram o público levantar-se, cantar e dançar ao som da música, isto entre fotografias e vídeos para recordação dos seus fãs.

 

O artista interagiu com o público em várias ocasiões, fazendo questão de também registar o momento através do seu telemóvel antes de cantar o tema “Geronimo”.

 

Segundo Thomas Anders, este foi o seu primeiro espetáculo em Portugal.

 

Um dos momentos do concerto foi feito em acústico, acompanhado pelo seu guitarrista em três temas.

 

Apresentou a sua banda de forma original, em que após enunciar cada músico, este teve um momento a solo perante a assistência.

 

Thomas Anders teve um jogo de luz típico da época do auge da banda, aproveitando também recursos tecnológicos mais recentes com apresentação de vídeos e outras imagens no vídeo hall no fundo do palco.

 

O lema do cantor, foi apresentado várias vezes ao longo do espetáculo: “Thomas Anders the gentleman of music”.

 

Thomas Anders elogiou Portugal, mas ficou desiludido com o estado do tempo, pelo facto de ter vindo num dia de chuva. A sua espectativa era de encontrar o famoso tempo soalheiro português. Se tivesse chegado dois dias antes teria disfrutado do mesmo.

 

Os temas que trouxe para este seu público:

 

·         Introdução com Atlantis is Calling

·         Why do you cry

·         Stay with me

·         Lunatic

·         You can win

·         Geronimo

·         Love is in the air

·         Momento acústico de voz e guitarra

·         You are not alone

·         Jet airliner

·         Juliet

·         Apresentação dos músicos com os seus solos

·         Win the race

·         No face no name

·         Sexy lover

·         Brother Louie

Temas extra:

·         You are my heart

·         Cherry lady

 

 

Texto: Vera Brás

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Tony Carreira, concerto dos 30 anos em acústico no Casino do Estoril

 

O Casino do Estoril recebeu, a 10 de Março, no Salão Preto e Prata o primeiro concerto comemorativo dos 30 anos da atividade musical de Tony Carreira.

 

Com casa cheia, Tony dá um concerto com cerca de duas horas, onde encanta as suas fãs com temas transversais ao seu percurso musical.

 

Para mais uma vez fazer a diferença na qualidade dos seus espetáculos. O artista configura o concerto num ambiente completamente acústico. Não houve em palco instrumentos musicais eletrónicos.

 

A sua banda foi composta por duas guitarras, baixo, bateria, piano, trombone, trompete, saxofone, as suas duas grandes vozes de apoio backing vocals assim como a já habitual atuação do violino em alguns temas.

 

O concerto começou com músico a solo e logo na segunda canção abriu-se o pano de palco e mostrou o que ele tinha preparado para os fãs: um palco muito bem composto, usou um jogo de luz e cortinas a condizer com os temas para tornar o ambiente ainda mais romântico. Não faltaram as velas, com um castiçal no piano e outros dois suspensos. Toda a cenografia estava perfeita para o ambiente intimista que o cantor quis transmitir.

 

As próprias mesas do público, numa fase inicial estavam iluminadas com candeeiros vermelhos a transmitir o grande Glamour habitual desta sala de espetáculos.

 

Tony Carreira, refere que os temas que mais gosta de compor e tocar, são os românticos, daí ter feito uma seleção minuciosa deste estilo de temas.

 

Com 30 anos de carreira, o cantor sente um grande à vontade com o seu público e algumas vezes consegue baralhar a sala a tentar fazer o público adivinhar o tema seguinte, mas nem sempre é fácil prever o que Tony Carreira já tem idealizado para tocar a seguir.

 

A interação entre os fãs e o músico já é conhecida pela entrega de flores ao artista durante as canções, as palmas, os braços no ar e estar de pé a dançar e aqui não foi exceção. Os habituais cartazes não estiveram presentes, mas conseguiu-se uma configuração de lenços de pano por parte de um grupo de seguidores que também tornou um cenário interessante do lado do público.

 

O cantor já é conhecido por colocar algumas das suas fãs em lágrimas, desta vez não deixou de o fazer pedindo para subir ao palco uma senhora da plateia para estar com ele num ambiente romântico que o tema “Sem ti eu não sei viver” já em si é, agora cantando e interagindo com ela sem faltar um brinde com champagne e a oferta de uma flor branca, no final ela não escondeu a lágrima de emoção. Esta fã confessou que já percorreu o país para assistir aos seus espetáculos “de Guimarães a Olhão”, e tem estado com ele nas sessões de autógrafos e fotográficas. Agora nunca iria imaginar estar em palco com Tony Carreira, a participar num tema romântico.

 

Para terminar o artista apresenta a sua banda e recebe um grande ramo de antúrios, oferta do Casino do Estoril, o qual ele muito agradece assim como também pela forma que mais uma vez aqui foi recebido. Deixa uma palavra de agradecimento a todos os fãs que marcaram presença neste espetáculo que inicia a comemoração de 30 anos de carreira. Sabe-se ainda que para este ano está previsto o lançamento de um disco comemorativo em acústico (CD/DVD), um single, como também um livro e um documentário. Não poderiam deixar de se realizar concertos em Portugal e no estrangeiro, e para terminar o ano em grande, o concerto no Altice Arena em Lisboa em Novembro, que terá duas datas (17 está oficializada e 16 foi revelada por Tony Carreira neste espetáculo, não estando ainda a bilheteira aberta para esta data).

 

À saída, e para não ser exceção, já estava formada uma fila para o momento em que os seus admiradores e fãs pudessem ter a oportunidade de interagir com Tony Carreira, para um autógrafo, uma selfie, ou mesmo uma fotografia oficial.

 

O músico teve a sequência dos seus temas muito bem definida, mas como o tempo não dá para todas as músicas que desejaria cantar, por três vezes faz arranjos em forma Medley para que não houvesse espaços por preencher:

 

·         A vida que eu escolhi

·         Medley (A sonhar contigo, Mesmo que seja mentira, Se me vais deixar)

·         O que vai ser de mim

·         O teu amor secreto

·         Como antes do adeus

·         A saudade de ti

·         Tu e eu (Pra sempre)

Solo de Violino

·         O mesmo de sempre

·         Porque é que vens

·         Tu levaste a minha vida

·         Sonhos de menino

·         Onde estiveres

·         Medley (Vagabundo, A minha velha guitarra, Sonhador, Ai destino)

·         Já que te vais

·         Sem ti eu não sei viver (com fã em palco)

·         Não te vás sem mim

·         Medley de Baladas (Esta falta de ti, Se acordo e tu não estás, Depois de ti)

(Temas Extra – Reentrada em palco)

·         A estrada e eu

·         Quem era eu sem ti

 

Texto: Vera Brás

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Grande Gala de Flamenco com La Zambra no Casino do Estoril

 

A 22 de Fevereiro fechou-se mais um Festival de Flamenco composto por quatro Galas no Lounge D do Casino do Estoril.

 

Nestas quatro 5ªs Feiras seguidas, ao longo deste mês de Fevereiro, estiveram em palco grandes nomes do Flamenco que trouxeram a beleza da dança, do canto e da arte musical característicos deste estilo típico do Sul de Espanha (Andaluzia, Estremadura e Múrcia), e considerado património cultural imaterial da humanidade pela Organização das Nações Unidas.

 

Na primeira Gala foi protagonista, Tamara López, seguiu-se Anabel Veloso e Eva Manzano terminando com La Zambra e seu elenco.

 

La Zambra é o nome artístico de Maribel Ramos, que domina a dança flamenca com uma expressividade única, tanto na expressão corporal como na facial. Vemos nela um semblante pesado e por vezes quase que magoado e agressivo. Em outros momentos tem uma expressão leve, doce e amorosa. A sua dança também tem pontos extremos que embelezam a sua actuação com movimentos determinados e rápidos, como com outros mais lentos, mas sempre segura de si na coreografia que está a apresentar.

 

La Zambra, apresentou o seu espectáculo em três actos, o primeiro com um traje verde e leve, que permitiu movimentos rápidos e com mais ritmo de pés. No segundo actuou com um vestido azul dominante em que deu para mostrar o seu controlo entre a dança e o trabalhar dos movimentos do vestido. Por último o traje vermelho e comprido típico deste estilo de dança espanhola, em que a artista mostra mais uma vez ao público a beleza e cumplicidade dos momentos que tira da sua dança e o domínio que tem no trabalho com este tipo de vestido, que sendo mais comprido tem um leque de movimentos muito mais vasto que os anteriores, mas também é mais exigente para os realizar.

 

O seu elenco é composto três elementos: David Bastida no canto e coreografia, este artista para além de marcar o ritmo através de palmas, mostra uma belíssima voz e entre os actos da bailarina La Zambra, David mostra o seu talento de dança flamenca mais pausada, mas com a sua expressividade muito pessoal. Cristian de Moret também canta e marca o ritmo com as palmas características do Flamenco. Este músico também esteve em alguns momentos ao piano. Mariano Campallo tem a seu cargo todo o ritmo e melodia vinda da guitarra flamenca.

 

Já na fase da despedida entrou em palco a artista de Flamenco Tatiana Saceda oriunda de Málaga (que já tinha actuado neste palco em 2016), numa coreografia de improviso e sem estar trajada. Actuou com La Zambra e David Bastida numa excelente encenação, que animou o seu público nos minutos finais desta Gala.

 

Para terminar houve a habitual entrega de flores aos artistas que agradecem ao público com a sua vénia enquanto são fortemente aplaudidos pela sala.

 

 

Texto e Fotografia: Pedro MF Mestre

 

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 12:27:21

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