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Espetáculos

Festas do Mar 2015

Concerto Lenga Lenga

Fotos de:

Alexandre Albuquerque

Pedro MF Mestre

Concerto Clã

Fotos de:

Alexandre Albuquerque

Pedro MF Mestre

 

 

7º Festival ao Largo – Dialogo com o Oriente

Ontem, dia 10 de julho, o largo fronteiro ao Teatro Nacional de São Carlos encheu-se de muito público que ali ocorreu para assistir a mais um concerto extraordinário que nos transportou até à Indonésia, sob o título “Diálogo com o Oriente".

 

O embaixador da Indonésia, ali presente, agradeceu este concerto que nos traz a conhecer, aquela que seria a estrela da noite, a música de gamelão, parte essencial da cultura indonésia.

 

Gamelão é um conjunto de música tradicional e também o instrumento musical coletivo típico das ilhas de Java e Bali, na Indonésia. É composto por uma série de metalofones, xilofones, kendang (tambores) e gongos, podendo algumas variantes incluir ainda flautas de bambu e instrumentos de cordas percutidas ou tocadas com arco, ou mesmo cantores.

 

Começamos por ouvi, três peças de Música para Gamelão:

- Swara Sulling música tradicional para Gamelão de Java
- Hujan Jepun música tradicional balinesa, de G. de Purana, e I. Wayan Gandera, arr. de Gilbert Stoeck para Gamelão de Java
- Nuno Côrte-Real Cycles, obra para Yogistragong e quarteto de cordas, em Estreia Mundial

 

Também em a Estreia Mundial o 1º ato “O Deus do Vulcão”

 

O Deus do Vulcão é pioneiro na fusão da ópera ocidentalizada com orquestra, coro e solistas, com o Gamelão de Java; é o primeiro documento musical feito sobre o vulcão Kawah Ijen (Vulcão Azul da ilha de Java) os mineiros.

 

- Tiago Cabrita música da ópera O Deus do Vulcão Estreia Mundial (Ato I)
- António Pacheco libreto para O Deus do Vulcão Estreia Mundial (Ato I)

- Fernando Barata autor da história

 

O Deus do Vulcão

 

Abertura e Primeiro Ato [O Acordo; Lamento;  A Revolta; A Festa)

 

Um Holandês, com cerca de 40 anos de idade, dono do negócio de enxofre, sentado num banco no exterior da sua taberna canta sobre a miséria do povo, a exploração que este sofre e ri-se. Canta sobre a sua própria ganância e sobre a sua indiferença perante as condições de vida e trabalho das pessoas da aldeia e do perigo da recolha de enxofre.

 

O Deus do Vulcão, por sua vez, refere-se às almas dos trabalhadores que ele quer receber e lembra o Holandês do pacto que tinha sido acordado entre eles.

 

Entra em cena um mineiro doente, chorando, sabendo que só lhe restam duas semanas de vida devido aos gases tóxicos que emanam do vulcão. Questiona o Holandês sobre a sua indiferença em relação aos trabalhadores. Ele está, no entanto, resignado porque pensa que o seu sacrifício não foi em vão e que conseguiu dar aos seus familiares a possibilidade de ter melhores condições de vida.

 

O Líder Espiritual da aldeia visita o Holandês e lembra-o das promessas que ele tinha feito, no sentido de melhorar as condições da aldeia e dos trabalhadores.

 

Temendo esta revolta, o Holandês fala com o Chefe da Polícia e pede-lhe ajuda para acalmar a revolta dos trabalhadores oferecendo-lhe uma grande quantidade de dinheiro. O Chefe da Polícia faz uma contraproposta e, para além do dinheiro, quer também que o Holandês dê à sua filha um trabalho na sua taberna.

 

O Holandês, que já tinha reparado na jovem e na sua beleza, acede ao acordo e consegue conter a revolta dos trabalhadores.

 

O Deus do Vulcão, sempre presente em cena, felicita o holandês na resolução da situação que se podia ter tornado mais complicada.

 

As pessoas da aldeia dançam ao som de música tradicional de Gamelão, oferecida ao Deus do Vulcão que canta, exibindo na voz e nos gestos o seu poder.

 

Acompanhe a programação desta 7ª edição, que se prolonga até ao próximo dia 25, inclui dança, música coral e sinfónica e ópera e espetáculos sempre apresentados no largo fronteiro ao Teatro Nacional São Carlos, em Lisboa, pode ser consultada em www.festivalaolargo.pt

 

Texto e fotos de Zé Gaspar

Winx em concerto - A Busca dos Poderes Sirenix

Foi num ambiente de euforia e casa cheia, que as seis fadas com super poderes, regressaram para uma fantástica digressão de Páscoa, com um novo espetáculo recheado de surpresas.

 

Winx em concerto - A Busca dos Poderes Sirenix, superou as expectativas da pequenada presente, espectáculo esse repleto de música, energia, diversão que culminou com a vitória do Bem sobre o Mal.

 

A história desenrola-se nas profundezas do Oceano para descobrir os Poderes Sirenix e salvar o Planeta do vilão Tritannus. O filho traidor do rei Neptuno lançou uma maldição que quase destruiu o nosso Planeta Terra: os oceanos estavam a ficar poluídos, e os peixes a morrer! O aumento da poluição iria destruir todos os seres vivos!

 

Mais uma vez as Winx surgiram para salvar o Planeta! Encontraram os Poderes Sirenix no fundo do oceano, conseguindo vencer Tritannus numa batalha final e salvar a Terra!

 

Miguel Cruz Ferreira

 

veja a reportagem fotográfica:

Godspell no Tivoli

Crónica e fotorreportagem de Pedro MF Mestre

 

Veja a reportagem fotográfica em:

Circo Acrobático Hunan no MEO Arena

No passado dia 21 de Fevereiro, comemorou-se a entrada no Ano Novo Chinês com várias iniciativas culturais na cidade de Lisboa (iniciou-se o ano da Cabra segundo o zodíaco oriental). De dia o centro das actividades foi a praça do Martim Moniz e a parte da noite teve o espectáculo do Circo Acrobático de Hunan no MEO Arena.

O espectáculo teve o Alto Patrocínio da Embaixada da República Popular da China. Este Circo é conceituado como sendo dos melhores do género, fundado em 1959 tendo adaptado o nome da cidade de onde é oriundo, Hunan, situada no Sul da China.

Num espectáculo com 15 actos, os 26 artistas apresentaram os seus números em que vigoram três elementos condutores: a tela central onde são projectadas imagens chave da actuação. A música envolvente que vai desde um estilo New Age com traços orientais, à música rítmica com características mais próprias do ocidente. Isto a acompanhar a destreza e mestria dos artistas que materializaram as peças.

Nos actos em que se mostrou um pouco das artes marciais de origem chinesa, a beleza dos gestos lentos e precisos, os mais rápidos e rigorosos, ao ponto de se conjugar com um ou outro número já a entrar na área da comédia, mostraram realmente o que de belo têm estas artes marciais.

A acrobacia, dança, contorcionismo, malabarismo, precisão e muito equilíbrio foram parte integrante da maioria das coreografias.

A Natureza também foi aqui muito invocada. O céu e o espaço, o fogo, a danças das flores, a água, deram um motivo e sinal de grande admiração e respeito pela Natureza nestas representações.

Neste espectáculo provou-se que a arte também tem um dialecto Universal, ou seja, pode ser compreendida por todos mesmo sem que haja uma língua em comum. Digo isto, pois principalmente os números de comédia, protagonizados pelos palhaços, fizeram rir o público do MEO Arena, independentemente da nacionalidade e idade dos espectadores.

Houve uma surpresa para quem estava à espera de um espectáculo totalmente oriental, em que em dois dos últimos actos foram representados números com características ocidentais, provando que a globalização também impulsiona a arte. Os artistas em traje de t-shirt e calções com coreografias em que utilizam bolas de basquete, conseguem associar os cestos do jogo, à exibição de acrobacia de precisão.

Os espectadores estavam concentrados principalmente na plateia, que estava cheia, contudo havia público sentado nos anéis mais próximos e também algum nos camarotes.

Nos cerca de 90 minutos de duração do espectáculo, tendo um intervalo, apreciou-se um pouco do que a cultura circense acrobática da China tem para mostrar. Os números não tinham a sequência de uma história, daí poderem diversificar e mostrar com mais variedade e riqueza o seu reportório de actuações.

 

Texto e Fotorreportagem de Pedro MF Mestre

 

Veja a reportagem fotoggráfica

Pedro Abrunhosa no MEO Arena

Crónica e Fotorreportagem de Pedro MF Mestre

 

Veja a reprotagem fotográfica em:

WANTD - As minhas canções e as dos outros - Fred & Kalú

Fotos de Miguel Cruz Ferreira

Concerto no Musicbox

Banda do Mar - Teatro Tivoli BBVA

Reportagem de Miguel Cruz Ferreira

Concerto Primitive Reason @ Music Box Lisboa: Primitive Tribe Annual Concert!

Fotos de Miguel Cruz Ferreira

Tony Carreira no MEO Arena

Tony Carreira, pelo 15º ano consecutivo, enche o MEO Arena. Desta vez teve casa cheia por duas noites seguidas, sendo esta a maior casa de espectáculos de Portugal.

Como ele próprio diz, não vê o espectáculo somente do ponto de vista do artista, mas o concerto global, e gosta de variar de ano para ano o espectáculo que vai retribuir ao seu público. Nota-se também que ele gosta de sentir resposta do público provocando-o ao longo do concerto.

Tony Carreira, tal como outros artistas tanto nacionais como estrangeiros também afirmam, o público português é dos melhores, em que não estão somente a assistir a um espectáculo, mas vivem-no. A prova disso é levantarem-se das cadeiras logo na primeira música, ficando assim todo o espectáculo, tendo Tony Carreira a experiência de dar muitos concertos tanto em Portugal como no estrangeiro.

A excelência do seu concerto para além da parte musical e interação com o público desde a primeira canção “Tudo por vocês” em que Tony Carreira surge no palco vindo pelo meio dos fãs e no final esteve de novo junto a eles. Contou com belas coreografias de bailarinos, “anjos” suspensos a voarem pelo palco durante o tema “Tu levaste a minha vida”, já em “Já que te vais” as acrobatas actuaram numa coreografia através um candeeiro suspenso associada à música. Bailarinas acrobatas a fazerem a sua exibição ao longo de compridos lençóis já perto do final, entre outros pontos que deu ao público o espectáculo impar que é sempre desejado.

A sua filha Sara, esteve em palco com ele em dueto a interpretar “Hoje Menina”, que terminou com um momento de emoção entre ambos, notava-se pelas suas expressões faciais assim como pelo abraço e beijinho carinhoso trocado entre eles.

O público, conhecido por ser maioritariamente feminino, embora os homens também sentissem o espectáculo de forma intensa, entregaram a Tony Carreira a prova de carinho mútuo que existe entre ambos e se tem revelado sempre ao longo dos seus 26 anos de carreira musical. Ele agradeceu isso de forma directa e prática, quando numa música uma falha técnica o deixou sem microfone, e o público assegurou a canção, ele disse que agradecia profundamente esta atitude que a partir da sala lhe deram continuidade ao tema que estava a ser cantado.

Ao longo da noite recebeu vários ramos de flores em palco vindos do público, havia também inúmeros cartazes com as mais diversas mensagens dirigidas ao cantor.

Logo cedo, estavam grandes filas nos vários acessos ao MEO Arena, pessoas com cachecóis, sentadas em cadeiras (certamente estavam lá desde muito cedo). Entre cantar temas do cantor e petiscar, a festa era grande.

Na hora de entrar no recinto, a azáfama era muito grande, conforme as imagens da foto-reportagem revelam, e depois a imagem de casa cheia vista da zona do palco.

No final do concerto, uma fã dirigiu-se a mim: “Já acabou?” Esta senhora de facto não deu por terem passado duas horas de um grande espectáculo. Estas palavras eram merecidas de ser ouvidas no momento por Tony Carreira e por toda a sua equipa que torna estes concertos especiais e únicos.

 

Texto: Pedro MF Mestre

 

Veja a reportagem fotográfica

Mickael Carreira no Coliseu dos Recreios

Crónica e Fotorreportagem de Pedro MF Mestre

 

Veja a reportagem fotográfica

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domingo, 16 de dezembro de 2018 – 01:44:07

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