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Gastronomia

Adega de Monção sugere três vinhos para celebrar o Natal

 

Pela solenidade, pela gastronomia ou pela companhia, a noite de Natal constitui-se como um momento privilegiado para se celebrarem grandes vinhos. Escolher o vinho certo é uma questão de harmonia, de equilíbrio e de prazer à mesa.

A Adega de Monção sugere para acompanhar os pratos típicos da noite de Natal, a marca Alvarinho mais vendida em Portugal e uma das mais prestigiadas da casa: Deu La Deu.

 

Dos vinhos antes do jantar, aos vinhos a servir com o bacalhau ou a acompanhar as típicas sobremesas da época, o Deu la Deu, o Deu la Deu Reserva e o Deu la Deu Fernando Moura são três excelentes opções para harmonizar a Ceia de Natal.

 

 

O Alvarinho Deu la Deu apresenta-se como um excelente aperitivo e acompanhante de pratos de marisco, peixe e carnes brancas. Com aroma predominante a fruta de caroço, onde se salientam as notas de pêssego, alperce, frutos tropicais e nuances florais, é um vinho harmonioso, elegante e intenso na boca, onde termina longo. Temperatura de consumo recomendada de 12ºC.

 

 

Produzido com base numa seleção de uvas Alvarinho, provenientes de vinhas antigas da sub-região de Monção e Melgaço, o Deu la Deu Reserva mostra-se no aroma fresco, típico da casta, com forte presença de flor de laranjeira, pêssego e alperce. Na boca, onde é seco, macio e encorpado, sobressaem frutos de caroço e tropicais, como manga. Temperatura de consumo recomendada de 12ºC.

 

 

O vinho de homenagem a Fernando Moura, enólogo com mais de 30 anos de ligação à Adega de Monção, tem notas de pólvora seca e uma robustez que lhe permite ser servido a acompanhar uma entrada de queijos ou patés mas igualmente “uma carne mais pesada”, como uma posta de uma das maravilhosas carnes típicas da celebração, que, por norma, obriga a vinhos mais robustos.

 

Deu-la-Deu, a história

 

A Adega Cooperativa de Monção quis prestar uma homenagem a um episódio único da história nacional e da região, dando o nome de Deu la Deu a um dos seus mais prestigiados vinhos.

 

Segundo reza a história, em pleno século XIV D. Fernando estava em guerra com Castela e Monção estava cercada. A vila aguentou o cerco apesar da falta de recursos. Os alimentos eram escassos e os homens válidos muito poucos. Deu-la-Deu Martins, esposa do capitão-mor de Monção, Vasco Gomes de Abreu, que estava ausente a acompanhar o rei D. Fernando e o seu exército, tomou o comando da praça e, durante o tempo que durou o cerco, dirigiu os seus homens. Esgotava-se tudo, lentamente: os recursos militares, a comida, os próprios homens e a coragem também. E foi num desses momentos de desespero que, Deu-la-Deu mandou recolher a pouca farinha que ainda existia na vila e com ela fazer os últimos pães.

 

Após a cozedura, Deu-la-Deu subiu à muralha com os pães nas mãos. Chegou-se a uma ameia e atirou-os aos sitiantes, gritando bem alto: “A vós, que não podendo conquistar-nos pela força das armas, nos haveis querido render pela fome, nós, mais humanos e porque, graças a Deus, nos achamos bem providos, vendo que não estais fartos, vos enviamos esse socorro e vos daremos mais, se pedirdes! Na verdade, também o inimigo tinha fome, muita fome. Por isso, face àquele esbanjamento de pão, acreditaram na fartura dos sitiados e levantaram o cerco, partindo para terras de Castela. Desta forma, com audácia e coragem, Deu-la-Deu salvou a praça e ficou, para sempre, ligada à história de Monção.

 

Adega de Monção

 

Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.

 

Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.

 

A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.

 

 

Prova de vinhos de Colares na Casa do Elétrico

 

A última sessão de 2019 da iniciativa “Um Copo Com História” irá realizar-se no dia 14 de dezembro, às 17h00, na Casa do Elétrico de Sintra.

 

Neste evento será possível conhecer e provar o histórico Vinho de Colares, produzido pelo Casal de Santa Maria, apresentado pelo produtor Nicholas Von Bruemer e o enólogo António Figueiredo, e de Bucelas, com apresentação a cargo da Confraria do Arinto de Bucelas.

 

A iniciativa “Um Copo com História” traduz-se em conversas e provas, num ambiente informal, sempre acompanhadas por enólogos e produtores da região.

 

A entrada é livre, sujeita a inscrição prévia, até dia 11 de dezembro.

 

Para inscrições e mais informações:

Tel: 219 238 767| e-mail: dtur @cm-sintra.pt

 

Morada

Casa do Elétrico de Sintra

Rua General Alves Roçadas, nº2

2710-527 Sintra

 

Sintra recebe mais uma edição do Festival da Maçã Reineta

 

Fontanelas recebe o VII Festival da Maçã Reineta, iniciativa que pretende divulgar e promover este fruto, de 1 a 3 de novembro, na União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia, com entrada gratuita.

 

O festival tem por objetivo divulgar a produção, venda, consumo e confeção deste fruto que abunda na região de Sintra. O evento conta também com animação musical durante o dia.

 

União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia

Estrada de S. Mamede, n.º 1

2705-637 S. João das Lampas - Fontanelas

 

Casino Lisboa tem o “Cocktail Escolha do Público Lisboa 2019”

 

 

Espaço de referência do Casino Lisboa, o Bar Arena Lounge foi distinguido na 3ª edição da Lisboa & Porto Cocktail Week. Com uma combinação de excelência, o “Honey Dublin” servido no Arena Lounge foi eleito como “Cocktail Escolha do Público Lisboa 2019”. Trata-se de uma relevante e prestigiada distinção que resultou da opinião do público, expressa através de uma votação online, na qual os entusiastas de cocktails puderam eleger os seus favoritos.

 

Em relação ao “Honey Dublin - Cocktail Escolha do Publico Lisboa 2019”, Miguel Ângelo, responsável pelo Arena Lounge do Casino Lisboa, sublinha: “É a nossa sugestão! É uma vénia ao que lá se faz de melhor - Irish Whiskey.
Ao Jameson juntámos folhas frescas de manjericão e outro néctar, o de maracujá, bem batidos no shaker. Acidez tropical reforçada com um twist de lima, mas equilibrada com um toque de mel."

 

“Celebrar a vida com um cocktail na mão” foi o mote da 3ª edição da Lisboa & Porto Cocktail Week que decorreu de 11 a 19 de Outubro. Participaram 68 bares e restaurantes, com 230 cocktails disponíveis, proporcionando ao público momentos especiais e permitindo descobrir, em simultâneo, novos sabores, combinações e aromas.

 

O Arena Lounge convida, assim, os visitantes do Casino Lisboa a apreciar, por €8,60, o cocktail “Honey Dublin”, cuja excelência da combinação de ingredientes, conquistou o primeiro lugar como “Cocktail Escolha do Publico Lisboa 2019” na Lisboa & Porto Cocktail Week.

 

Recorde-se que, em 2016, na primeira edição deste relevante evento, o cocktail “Apple Lovers” servido, também, no Bar Arena Lounge do Casino Lisboa foi o grande vencedor.

 

Cocktail-bar de referência, em Lisboa, o Arena Lounge distingue-se pelo seu elevado padrão de qualidade. O serviço de bar e cafetaria está aberto durante o horário de funcionamento do Casino Lisboa.

 

Recorde-se que, o Casino Lisboa abre todos os dias, das 15 às três horas da madrugada, excepto às Sextas-Feiras, Sábados e vésperas de feriado, cujo horário é das 16 às quatro horas da madrugada.

 

O acesso ao Casino Lisboa é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos.

 

 

Festival de Sopas 2019 - Montemor-o-Novo

 

 

Vamos às Sopas!?

 

A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, mais uma vez coloca a SOPA na ementa de milhares de visitantes. A 16.ª edição do Festival de Sopas realiza-se nos dias 8, 9 e 10 de novembro, no Pavilhão de Exposições de Montemor-o-Novo.

 

Após a abertura na sexta-feira, durante os 3 dias do evento, esperam-se milhares de visitantes para não só degustar das deliciosas Sopas, mas também aproveitar as diversas iniciativas integradas na programação do Festival de Sopas, onde consta animação musical, showcooking, uma visita e jogos, sem esquecer a habitual presença da Banca dos Vinhos de Montemor.

 

A entrada é livre!

 

Dia 8 Nov.– sexta feira

18h00 – Abertura do 16º Festival de Sopas de Montemor-o-Novo

19h30 – Jogo “Faça o Mínimo: Salve uma Baleia!” - em colaboração com a GESAMB

21h00 - Animação Musical

24h00 – Encerramento

 

Dia 9 Nov.– sábado

12h00 – Abertura do Festival de Sopas

12h30 - Jogo “Faça o Mínimo: Salve uma Baleia!” - em colaboração com a GESAMB

14h30 – Animação Musical

16h30 – Show cooking “Comidas do mundo com produtos de Montemor” com Susana Cigarro

17h30 - Visita à produção de cogumelos NaturBosque * (com inscrição prévia)

19h30 - Jogo “Faça o Mínimo: Salve uma Baleia!” - em colaboração com a GESAMB

21h00 Animação Musical

24h00 – Encerramento

 

Dia 10 Nov.– domingo

12h00 - Abertura do Festival de Sopas

12h30 – Jogo “Faça o Mínimo: Salve uma Baleia!” - em colaboração com a GESAMB

14h30 – Animação Musical

17h00 – Encerramento do 16ª Festival de Sopas de Montemor-o-Novo

 

BANCA DOS VINHOS DE MONTEMOR

 

- Dinâmicas com Artes Plásticas e Fotografia sobre Vinhos e Sopas

- Desafio “Quem sabe, Brinda” – perguntas surpresa com prémio

- The Gentlemad - Mica Paprika

 

*- passeio gratuito com inscrição prévia no Posto de Turismo até dia 6 de Novembro  – Tel. 266 898 103; email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Em termos de Animação Musical teremos as seguintes iniciativas:

 

Dia 8 de Novembro 

21.00h – Ensemble Montemor – Grupo de Musicas Tradicionais

 

Dia 9 de Novembro

14.30h – Os Vocalistas (versão viola campaniça e vozes)

21.00h – Os Vocalistas (versão banda)

 

Dia 10 de Novembro

14.30h – Rancho Folclórico de Foros de Vale de Figueira

 

Vinho celebra os 30 anos de colaboração do enólogo Fernando Moura com a Adega de Monção

 

 

Foi apresentado este sábado o vinho “Alvarinho Deu-La-Deu Fernando Moura” que celebra os 30 anos de colaboração de Fernando Moura com a Adega de Monção.

 

Como fez questão de salientar Armando Fontainhas, presidente da Direção, “Não há melhor forma para homenagear um enólogo do que ele próprio fazer o vinho que leva o seu nome no rótulo. São 30 anos que aqui ficam registados, uma vida dedicada a fazer bons vinhos e a elevar o nome da Adega de Monção.”

 

O “Alvarinho Deu-la-Deu Fernando Moura” resulta da junção de 3 alvarinhos numa produção limitada a 3031 garrafas, que resulta da simbologia 30 anos, 3 vinhos, 1 vida como se pode ler no rótulo. Com 300 garrafas de 1,5 L, a 37€ cada, 31 garrafas de 3 litros a 65€ e 900 caixas de 3 garrafas de 0,75L a 19€ cada garrafa, este vinho destina-se aos enófilos e a todos os que queiram festejar a vida com um Alvarinho.

 

Fernando Moura, enólogo com mais de 40 anos de vindimas, reconhece que “este vinho lhe deu um prazer especial a fazer, mas acima de tudo uma enorme responsabilidade pois não podia deixar ficar mal nenhum dos que comigo colaboraram na feitura deste vinho. Sim, porque tudo começa na vinha e na qualidade da uva e acaba aqui num processo em que são muitas as pessoas envolvidas. Eu sou apenas mais uma.”

 

O vinho que estará à venda em lojas especializadas, tem notas de pólvora seca e uma robustez que lhe permite ser servido a acompanhar uma entrada de queijos ou patés mas igualmente “uma carne mais pesada, uma posta de uma das nossas maravilhosas carnes ou mesmo um cordeiro que por norma obriga a vinhos mais robustos”, refere Fernando Moura.

 

 

O enólogo de 67 anos deu os primeiros passos no mundo dos vinhos ainda pequeno ao acompanhar o seu pai, viticultor em Basto. O destino estava traçado tendo frequentado com êxito o Curso Superior de Agronomia em Lisboa, durante os anos de 1975 a 1980. De então para cá foi toda uma vida dedicada ao vinho, iniciando em 1989 a sua ligação à Adega de Monção a convite do Dr. José Emílio. Desde então foram mais de 150 milhões de litros de vinho que passaram pelas suas mãos, sem contar com todos os litros que foram vinificados nos produtores onde também é consultor. De referir que atualmente são mais de 15 os produtores a quem dedica o seu tempo e saber. Todos eles na região dos Vinhos Verdes, região onde tem “visto uma enorme evolução e que ainda tem um grande campo de progressão” refere Fernando Moura com orgulho por ter sido parte ativa nesse processo.

 

Principais marcos

Entre 1986 e 2004, a Adega de Monção melhorou as condições tecnológicas de receção das uvas e o processo de vinificação, a capacidade de armazenamento, estabilização e engarrafamento dos vinhos.

Em 1999 aumentou as suas instalações com a criação de um novo centro de receção de uvas e vinificação – o Pólo de Melgaço.

Entre 2004 e 2006 tiveram início as obras de criação de modernização das instalações que permitiram alargar a comercialização a nível nacional e internacional.

Em 2005 surgiu o espaço Histórico e Cultural da Adega na antiga casa do Adegueiro e silos do Bagaço, que levou à sua integração na Rota dos Vinhos Verdes, Itinerário do Minho.

Em 2007, a Revista dos vinhos galardoou-a como a “Cooperativa do Ano”, e, em 2008 no evento “Lisboa Celebra o Vinho”, o Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas distinguiu-a com o prémio Empreendedorismo e Inovação.

Em 11 de Outubro de 2008 a Adega de Monção lançou uma aguardente de Vinho Verde Alvarinho, com numeração limitada, para a comemoração do seu Quinquagésimo Aniversário.

É desde 2008 PME Líder.

Em 2017, a Adega Cooperativa de Monção implementou um sistema de produção de energia fotovoltaica para autoconsumo e um sistema solar térmico, um investimento de 160 mil euros que permitiu minimizar a pegada ecológica. Ao todo, foram instalados 307 painéis solares fotovoltaicos de 265 W cada para autoconsumo.

Recentemente, a Adega de Monção, obteve dois Ouros, uma Prata e seis menções honrosas no concurso de Vinhos Verdes Engarrafados, promovido pela Comissão dos Vinhos Verdes. No Concurso Vinhos Portugal, organizado pela ViniPortugal, foi distinguida com um Grande Ouro e com um Ouro com o vinho Deu la Deu e Deu la Deu Reserva. O “Muralhas de Monção espumante 2015 Reserva” foi premiado com uma medalha de Prata no Concurso Internacional Brut Experience 2019.

 

Adega de Monção

Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.

Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.

A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.

 

 

Sintra promove Semana da Maçã Reineta

 

A Associação para o Desenvolvimento Sustentável da Região Saloia (A2S) vai promover a Semana da Maçã Reineta, de 26 de outubro a dia 3 de novembro, nos restaurantes, cafés e pastelarias de Sintra.

 

A iniciativa, de participação gratuita, visa promover o consumo da Maçã Reineta de Sintra e dos seus transformados, bem como sensibilizar a restauração e a comunidade para a valorização deste produto local.

 

Os restaurantes que pretendam aderir à iniciativa devem preencher o formulário de inscrição disponível no seguinte link.

 

A Semana da Maçã Reineta é promovida pela A2S em parceria com a Câmara Municipal de Sintra, a União de Freguesias de S. João das Lampas e Terrugem, a União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia (URDFG), a Associação Empresarial de Sintra e o mentor do projeto Orçamento Participativo de Portugal (OPP), Manuel Costa e Oliveira.

 

Cascais Food Lab - Laboratório criativo para gastronomia

 

 

O novo projeto da CM Cascais estreia-se neste fim de semana na Expo Cascais e no evento “Chefs on fire”.

 

Chama-se Cascais Food Labé o novo projeto da CMC dedicado ao património gastronómico local. Visa odesenvolvimento de uma oferta gastronómica de qualidade crescente que contribua para promover o turismo gastronómico e incentivar o empreendedorismo no concelho.

 

A estreia acontece nos dias 13 e 14, ainda antes da apresentação ao público do espaço físico – a nascer no Mercado da Vila em dezembro.

 

Para mostrar já o potencial deste projeto inovador, a equipa do Cascais Food Lab está, nesta sexta-feira, a dinamizar atividades em parceria com as Terras de Cascais, na Expo'Cascais (Centro de Congressos do Estoril), com um showcooking dedicado aos doces de Cascais e ao livro "Receitas de Reis e Pescadores".

 

Sábado, dia 14, o Cascais Food Lab integra o evento “Chefs on Fire” (Espaço Fiartil), também em parceria com as Terras de Cascais, onde serão preparados e degustados “hot shots”, inspirados nos produtos das respetivas Hortas.

 

A partir de dezembro, o Food Lab terá a sua base no Mercado da Vila, assumindo-se como um verdadeiro laboratório criativo e ponto de encontro de profissionais, empresários, turistas, estudantes, crianças e de todos os que gostam de se reunir à volta de um tema e uma paixãocomum, a gastronomia.

 

Está prevista a dinamização de cursos e workshops dedicados aos mais variados temas, mas sempre ligados à  gastronomia, sempre com um objetivo em mente: permitir uma viagem rica em saberes e sabores, por meio de receitas, técnicas e truques de vários Chefs.

 

Com a criação do Cascais Food Lab é intenção da CMC potenciar a sua política de promoção para a oferta gastronómica de excelência no Município, um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento turístico sustentável e de qualidade, na região.

 

Cofinanciado pelo Projeto Mar 2020 e operacionalizado pela empresa Municipal Cascais Ambiente, o Cascais Food Lab conta aindacom o apoio da DNA Cascais.

 

 

Fornos de Algodres apresenta loja online "O Bom Sabor da Serra"

 

A Câmara Municipal de Fornos de Algodres vai apresentar a plataforma digital “O Bom Sabor da Serra”, numa iniciativa que divulga os produtos locais e que será dada a conhecer no próximo dia 13 de setembro, a partir das 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a presença do secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, José Gomes Mendes.

 

“O Bom Sabor da Serra” é uma loja online, criada pela autarquia, que aproxima os consumidores de todo o mundo do comércio e produtos regionais de Fornos de Algodres, valorizando a economia local. Através desta plataforma digital, é possível encomendar queijo da Serra da Estrela, enchidos, vinho, azeite ou queijadas, entre outras iguarias, com ingredientes da região.

 

A loja pode ser visitada em https://obomsabordaserra.pt/ e a gestão das encomendas é da responsabilidade de cada um dos produtores.

 

O projeto tem o apoio do Fundo Ambiental e está inserido na Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020. Com esta iniciativa, o município de Fornos de Algodres aposta na dinamização do comércio local, com a divulgação dos produtos e gastronomia da região.

 

Mel Biológico do Parque de Montesinho é uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal

 

 

Produto de sabor e aroma característicos do nordeste transmontano foi eleito no último sábado, 7 de setembro, em Montemor-o-Velho.

 

O Mel do Parque de Montesinho, com Denominação de Origem Protegida (DOP), é elaborado a partir do néctar das flores que fazem parte da flora característica da região, em que predomina a urze e o castanheiro. Por se tratar de um mel de zona de montanha, onde não é permitida qualquer agricultura artificial, a movimentação de colmeias, o uso de produtos químicos ou a introdução de espécies de abelhas oriundas de outras regiões, este produto preserva uma longa tradição e mantém o seu sabor e aroma únicos.

 

Hernâni Dias, Presidente da Câmara Municipal de Bragança, refere: o Mel do Parque de Montesinho é um excelente embaixador da região, um símbolo da gastronomia de Bragança, um produto de qualidade já reconhecida e conta agora com mais uma distinção que muito nos orgulha.

 

Acrescenta ainda: a par do reconhecimento de qualidade que o mel traz para a região é de destacar que a apicultura desempenha um papel muito importante para a preservação da biodiversidade. Sem abelhas sabemos que muitos dos produtos que consumimos não se conseguiriam produzir. O nosso mel é produzido através de métodos responsáveis, que não prejudica as abelhas que o produzem e que, desta forma, contribuem para a manutenção do ecossistema.”

 

O Mel do Parque de Montesinho é produzido a uma altitude máxima de 1475 metros, na Serra de Montesinho. Caracteriza-se por um sabor forte, persistente e harmonioso, no equilíbrio entre o doce, o amargo e o salgado. Distingue-se por apresentar um perfil de aromas complexo com expressões florais e frutadas, acompanhadas de madeiras secas e um caramelo suave, que prende os aromas e permite que estes persistam após a degustação.

 

A história do Mel do Parque de Montesinho DOP tem uma longa tradição que se encontra documentada e que recorda que, no passado, os apicultores da região nunca vendiam os seus enxames e, quando necessário, os trocavam entre si. O testemunho dessa tradição está explicita neste provérbio: «Colmeias e ovelhas: nem comprá-las nem vendê-las».

 

 

Sobre Bragança: Bragança é um dos maiores concelhos do país, com 1.174 km2, distribuídos por 39 freguesias, 114 aldeias, uma vila e uma cidade com 35.341 habitantes. A proximidade à Rede Espanhola de Alta Velocidade (AVE), na ligação Corunha – Madrid, com uma paragem em Puebla de Sanábria (30km de Bragança) coloca Bragança, cada vez mais, como o território mais próximo do centro da Europa. Com uma biodiversidade surpreendente, inserida na Reserva da Biosfera Meseta Ibérica, esta pérola transmontana assume-se como um território para conquistar.

 

 

Festival do Berbigão celebra 17 anos em duas noites e com mil e uma iguarias

 

 

Massa de berbigão, arroz e papas do mesmo, rissóis de berbigão e berbigão ao natural são algumas das propostas deste Festival que dedica todos os verões a este molusco.

 

14 e 15 de setembroPolidesportivo da Figueira 

 

 

A 17ª edição do Festival do Berbigão, decorre no fim de semana de 14 e 15 de setembro no Polidesportivo da Figueira, entre as 19h00 e 01h00 e promete, mais uma vez, levar milhares de pessoas a esta localidade da freguesia da Mexilhoeira Grande, em Portimão.

 

Este certame estima receber nos dois dias de festa cerca de seis mil visitantes e volta a fazer as delícias de residentes e turistas como um evento gastronómico, por excelência, onde o berbigão é confecionado das mais diversas formas: massa de berbigão, arroz de berbigão, papas de berbigão, rissóis de berbigão e, claro, berbigão ao natural são algumas das propostas.

 

Este festival gastronómico aposta em pratos confecionados com berbigão mas os visitantes também poderão deliciar-se com outros bivalves igualmente apreciados: as ostras confecionadas no local. A doçaria e a pastelaria local estão igualmente ao dispor, bem como outros comes e bebes, tudo a preços muito apelativos.

 

O recinto do festival tem capacidade para cerca de 600 lugares sentados e irão ser preparadas cerca de uma tonelada e meia de berbigão para fazer as delícias a mais de cinco mil pessoas que procuram um dos pratos mais genuínos e saborosos da gastronomia regional. Este bivalve saboroso tradicionalmente confecionado de uma forma simples surge neste certame sob as mais diversas formas, sempre tendo como base um pouco de azeite, um ramo de salsa ou coentros e um dente de alho.

 

A música garantirá o entretenimento para que toda a gente possa dançar, e no primeiro dia inclui a atuação da acordeonista Vera Lúcia e o espetáculo com Vânio e Bailarinas, enquanto no dia seguinte, após a atuação do acordeonista Ricardo Alves, a música ficará a cargo de THE PEAKLES - um tributo aos Beatles que promete encantar o público.

 

Este festival de dois dias e com mil e uma iguarias oferece a oportunidade para experienciar uma verdadeira festa típica, enriquecida pela comunidade e visitantes e pela gastronomia tradicional algarvia. Com uma forte componente voluntária, o Festival do Berbigão conta com mais de 100 voluntários, que começam a trabalhar quinze dias antes na preparação do evento para que cada edição seja inesquecível e deliciosa.

 

Cada ano que passa, este Festival bate o recorde de entradas, comprovando o interesse por parte daqueles que o visitam em degustar este bivalve nas mais diversas formas. O número de visitantes no ano de 2018 foi de 7000, 2017 foi de 6000 e no ano de 2016 foi de 5000 mil.

 

A Figueira organiza há 17 anos consecutivos o Festival do Berbigão, em honra ao lugar especial que este molusco tem no seu coração, pois a apanha do berbigão na Ria de Alvor data bem para lá da antiguidade, tendo este negócio sustentado muitas famílias locais em tempos idos.

 

O certame vai decorrer entre as 19h00 e a 01h00 e a entrada custa 3.50 euros, numa organização da Sociedade Recreativa Figueirense, com os apoios da Câmara Municipal de Portimão e da Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande.

 

 

Periodicidade Diária

terça-feira, 21 de janeiro de 2020 – 06:19:47

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