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Judith Owen conquistou o público na sua estreia ao vivo em Portugal, na companhia do percussionista Pedro Segundo

 

 

A cantora, pianista e compositora do País de Gales conquistou o público português no passado fim de semana, naquela que foi a sua estreia no nosso país.

Depois de uma semana de entrevistas para vários Meios de Comunicação Social, um showcase na Fnac Chiado, Judith Owen esgotou a maior sala da Fábrica Braço de Prata, a sala Michel Foucault, no dia 5 de Abril; e o mítico Cascais Jazz Club no dia 6 de Abril.


Foi perante um público completamente rendido que Judith Owen apresentou o álbum "redisCOVERed", uma compilação de versões de temas conhecidos, desde "Black Hole Sun" de Soundgarden, "Cherokee Louise" de Joni Mitchell, "Hotline Bling" de Drake, "Can't Stop the Feeling" de Justin Timberlake, entre outros.


Judith Owen mostrou ser acima de tudo uma "entertainer", com um carisma irresistível, e um senso de humor que conquistou de imediato o público.


A cantora atuou com o famoso percussionista português Pedro Segundo, que tem acompanhado a artista nos últimos anos.

De destacar o dueto com o músico português André Viamonte, no tema "Blackbird" dos The Beatles. André Viamonte é um jovem cantor, compositor e musicoterapeuta que surpreendeu o público com a sua voz magnífica ou como Judith Owen rotulou de "voz de um anjo".

Judith Owen ficou deslumbrada com o público português e prometeu regressar.

O ecletismo da cantora e compositora britânica Judith Owen, cuja sonoridade vai desde o rock ao folk e jazz, é filha de uma cantora de ópera e começou a escrever canções quando adolescente. Judith Owen é igualmente influenciada pelo grande repertório norte-americano, o movimento cantor e compositor de Laurel Canyon, e por uma cornucópia de diversas ideias de jazz que a pianista galesa encontra enquanto vive em Nova Orleães.

Owen, que é casada com o ator e músico Harry Shearer, lançou onze álbuns de originais, com as suas composições frequentemente explorando momentos íntimos de conexão interpessoal ou como as pessoas navegam nas suas vulnerabilidades mais profundamente ocultas. As suas apresentações ao vivo, seja como headliner ou como escolhida para as digressões recentes de Bryan Ferry na Europa e América do Norte, têm impressionado o público e conquistado fãs como o artista Jackson Browne, que disse sobre a proeza de Owen: “É uma masterclass de como um concerto deve ser feito.”

Foto - Rita Carmo

 

 

 

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segunda-feira, 17 de junho de 2019 – 10:36:27

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