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Estreia - O Evangelho de Van Gogh

 

 

Depois da carreira de sucesso dos espectáculos Não Kahlo (2018/19) e Kusama e Warhol (2019/20), As produções D. Mona estream uma nova produção. O espectáculo O Evangelho de Van Gogh tem estreia prevista para dias 6 e 7 de Junho '20 no Centro Cultural de Carnide, inserido na programação dasFestas de Lisboa'20, iniciando digressão nacional e internacional a partir desse mês, subindo à cena em Cabo Verde, Madrid e Sevilha.

O Evangelho de Van Gogh une a história do pintor pós-impressionista Vincent Van Gogh, com o seu espírito artístico irreverente, aos universos fantásticos do texto gnóstico Pistis Sophia, à Dismaland, de Bansky, e ao evangelho de Maria Madalena. O espectáculo é um evangelho de imagens, catastroficamente feminino: a maçã envenenada da Branca de Neve é a mesma que beijou os lábios de Adão, a cruz de Cristo é aquela que crucifica a mascote da McDonalds, a lua pintada por Gogh é a que foi pisada pelo astronauta James Irwin, e, por fim, as palavras vibrantes de Sophia (Deusa da Sabedoria) transformam o jardim do Éden num parque de diversões

 

Sinopse:
O evangelho de Van Gogh é herege. Raspou a tinta das escrituras para pintar A noite estrelada.
O Evangelho de Van Gogh é erótico. Seduziu Paul Gauguin num campo de girassóis.
O Evangelho de Van Gogh é astuto. Usou os paus do micado para desenhar os contornos de Eva.
O Evangelho de Van Gogh é instintivo. Arrancou o sagrado coração e escondeu-o na caixa do Monópolio.
O Evangelho de Van Gogh é intrigante. Transformou em batatas o pão da última ceia e travestiu os apóstolos em camponeses do Ródano.
O Evangelho de Van Gogh é arrojado. Sentou bisnagas de cores na roda gigante de Bansky.
O Evangelho de Van Gogh é subversivo. Licitou as cadeiras de Mabunda e restaurou-as num quarto em Arles.
O evangelho de Van Gogh é vorazmente feminino. Veste em venús de Botticelli um fato Emporio Armani.
O evangelho de Van Gogh vive às escuras numa neblosa pós-impressionista com a qual só podemos contactar como amantes de olhos fechados e lâmpadas nos dedos e na boca. As apóstolas de Van Gogh pedem perdão pelo inconveniente, but this is a revolution.

 

*Um espectáculo das Produções D. Mona.

Texto e encenação de Mónica Kahlo e Sílvia Raposo
Interpretação de Mónica Kahlo, Sílvia Raposo e Margarida Camacho
Concepção e criação de figurinos por Helena Raposo com colaboração da artista plástica Élia Ramalho.

 

 

D. Mona | Os artistas em movimento

 

De onde viemos?

D. Mona nasceu em Agosto de 2017, em Lisboa, e assume-se enquanto cooperativa pluriartística liderada por mulheres (é preciso muita força para parir um tigre). O projecto foi criado pela encenadora e actriz Mónica Kahlo e pela antropóloga e investigadora Sílvia Raposo como um espaço de reflexão e experimentação artísticas.

Quem somos?
D. Mona é um laboratório de experimentação no qual as limitações são convertidas em abordagens estéticas, porque é preciso dizer rosa em vez de dizer ideia, numa estratégia  poético-performativa de bricolage cultural, inversão de categorias histórico-sociais e nomadismo artístico.

Para onde vamos?
D. Mona desloca-se para um lugar de fronteira entre a performance, as artes plásticas, a dança contemporânea, a arte literária, a etnografia e o audiovisual.

 

 

Periodicidade Diária

sábado, 31 de outubro de 2020 – 01:47:52

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