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Manuel Barroso (Pentatlo Moderno)

 
 
 
Manuel Barroso
 
Presidente da
Federação Portuguesa do Pentatlo Moderno
 
 
Licenciatura em Educação Física
Currículo Desportivo
 
 

 

Ano
Participação
Modalidade
1984
Jogos Olímpicos Los Angeles
Pentatlo Moderno
1988
Jogos Olímpicos Seul
Pentatlo Moderno
1992
Jogos Olímpicos Barcelona
Pentatlo Moderno
1996
Jogos Olímpicos Atlanta
Pentatlo Moderno
1992
Medalha Nobre Guedes “C.O.P”
Pentatlo Moderno
 
Campeão Nacional
Natação
 
Campeão Nacional
Esgrima
 
Campeão Nacional
Triatlo
 
Campeão Nacional 9 vezes
Pentatlo Moderno
 
     Mais de 100 internacionalizações
 
- Desde quando ocupa a Presidência da Federação?
 
      Desde 15 Abril de 2005.
 
- Quando chegou à Federação, em que estado a encontrou?
 
      Num estado de abandono desportivo generalizado e com um passivo astronómico o que configurava uma situação de insolvência técnica.
 
- Quais as iniciativas que tomou para corrigir qualquer situação que, na sua opinião, estivesse menos bem?
 
      Tudo estava menos bem pelo que houve que estabelecer prioridades, definir uma estratégia de recuperação e assumir uma consciência de que o dia a dia doravante não seria fácil e teríamos uma missão extremamente complicada.
 
- Quantos Clubes e Atletas se encontram federados?
 
      Cerca de 20 clubes e 230 atletas de todas as categorias.
 
- Em termos internacionais, quais os “feitos” que mais destaca de atletas portugueses na modalidade?
 
      O apuramento da Joana Nunes para a Final da Taça do Mundo UIPM 2007, prova de teste olímpica, e a entrada por via do 24º lugar no Campeonato da Europa de Seniores 2007 e o 10º lugar na Taça do Mundo de Szekesfehervar (Hungria) no mesmo ano, para o Projecto Olímpico Pequim do C.O.P.
 
- Quais os apoios que a Federação recebe para conseguir que a modalidade seja cada vez mais praticada em Portugal?
 
      Apoios do Estado (IDP) sob a forma de Contratos Programa.
 
- E quais os que dá aos Clubes / Praticantes?
 
     Financeiros, Logísticos e Técnicos traduzido em apetrechamento em materiais e equipamentos, formação de técnicos, árbitros e juízes, financiamento às deslocações para provas e ao mérito desportivo pelas classificações e marcas alcançadas, bolsas de alta competição e serviço de enquadramento técnico sob a forma dum Corpo Técnico Nacional nas várias disciplinas
 
- No que respeita a “novos talentos” para a prática da modalidade, qual o apoio dado aos mesmos?
 
      Sobretudo ao nível do apetrechamento e estágios de preparação.
 
- A situação presente da Federação permite-lhe considerar que, no futuro, teremos “primeiras figuras” de âmbito mundial?
 
       A curto e médio prazo não.
 
- Considera-se satisfeito com a divulgação feita à modalidade pela Comunicação Social? Em caso negativo, quais as soluções que preconiza?
 
       A exposição está em linha com o grau de desenvolvimento da modalidade contudo sem divulgação também as dificuldades são naturalmente maiores.
 
- Dê, pelo menos, uma sugestão, para a modalidade ter um maior número de adeptos/espectadores.
 
       Fazer entrar a modalidade nos programas escolares e no circuito associativo.
 
- Na sua óptica, como vê a modalidade em Portugal dentro de cinco anos?
 
        Mais sustentada e com uma dinâmica exponencial, 2016 pode e deve ser o ano de regresso ao palco olímpico

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terça-feira, 21 de maio de 2019 – 15:06:32

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