13 anos ao serviço do Desporto em Portugal

publicidade

 

Notícias

Inês Henriques e Pedro Isidro sagram-se campeões nacionais de 20 km

 

Inês Henriques, do CN Rio Maior, e Pedro Isidro, do SL Benfica, conquistaram os títulos nacionais de 20 km de estrada por ocasião dos campeonatos disputados sábado (27 Fev.) na Batalha, em condições atmosféricas adversas, especialmente pela chuva (com granizo) e pelo frio, cujas provas tiveram um incompreensível programa horário definido pela FPA que levou a que todos os concorrentes terminassem, como esperado, já de noite. Lamentável!
 
Nos 20 km femininos, Inês Henriques, com 1.30.52, obteve o seu terceiro título na distância depois de 2009 e 2011, assumindo o controlo ainda antes dos 10 km, na ocasião à frente da grande favorita, Ana Cabecinha, que chegou a liderar isolada. Contudo, um infeliz acidente ainda antes da prova se iniciar (queda a descer escadas) levou que a atleta do CO Pechão desistisse cerca dos 15 km, tendo sido assistida no local pelos bombeiros e posteriormente pelo INEM que a transportou ao hospital de Leiria tendo-lhe sido diagnosticado um traumatismo torácico. Mais de três minutos depois de Inês Henriques finalizavam as atletas do Leiria MA, que venceu coletivamente, Susana Feitor, com 1.33.34, e pouco depois, Daniela Stoffel Cardoso, com 1.33.46, recorde pessoal (antes 1.34.13) e que assim, agora de forma válida, junta-se às atletas com marcas de qualificação para o Rio 2016. Mara Ribeiro, do SL Benfica, foi a 6.ª da geral e a 1.ª sub-23 com 1.39.30, recorde pessoal por 3 segundos. Antes, na 5.ª posição, cortava a meta a primeira benfiquista, a lituana Kristina Saltanovic, com 1.36.16.
 
Nos 20 km masculinos, Pedro Isidro, com 1.25.08, ganhou o seu 1.º título nacional sénior e obteve a sua 2.ª melhor marca de sempre, desta vez superiorizando-se, na parte final, e por três segundos, ao campeão de 2015, Sérgio Vieira (1.25.11) também do SL Benfica, clube que venceria coletivamente os campeonatos de seniores. Miguel Rodrigues, do CN Rio Maior, com 1.31.39, fechou o pódio absoluto nacional e alcançou o título sub-23. Esta prova contou com a presença de atletas estrangeiros, a competirem extra campeonatos, nomeadamente o norueguês Erik Tysse, o primeiro a cortar a meta, com 1.24.21, o seu compatriota Haavard Haukenes (4.º na geral, 1.26.19) e o italiano Teodorico Caporaso (5.º, 1.28.02).
 
Nas provas de 10 km para sub-20, em simultâneo com os 20 km, venceram individualmente Carolina Costa (CO Pechão, 52.04 em estreia na distância) e Vítor Ramos (SL Benfica, 47.02). Não houve qualquer equipa classificada.
 
Nas provas para sub-18, de 5 km femininos e 10 km masculinos, os registos dos vencedores, Inês Reis, do Penta CC, com 25.00, e Paulo Martins, do Sporting CP, com 47.35, constituem recordes pessoais e os esperados mínimos de participação para os europeus da categoria em Tbilisi, na Geórgia no próximo mês de julho (25.00/48.00). Referência ainda para Rodrigo Marques (CO Pechão), a 1 segundo do mínimo (48.01), e para Rúben Santos (CO Oliveira Douro, 48.32), também com melhores marcas pessoais. Os clubes do Algarve, CO Pechão em femininos e CA Tunes em masculinos, obtiveram os títulos coletivos.
 
Finalmente nas provas para veteranos, Sandra Silva (W40, GRECAS), com 24.42 nos 5 km femininos, e Augusto Cardoso (M45, ACR Senhora do Desterro), com 47.03 nos 10 km masculinos, foram os vencedores absolutos e campeões nas suas categorias etárias. Outros títulos obtidos: W35, Felicidade Rosa (CAG, 27.29), W45, Anabela Moreira (COP, 27.36), W60, Maria Orlete Mendes (CAG, 30.20), W55, Helena Rodrigues (CATunes, 33.47) e W50, Maria José Dias (GDPCD, 34.13) nos femininos, M55, Francisco Reis (CAG, 50.13), M50, Henrique Santos (GDD, 52.52), M40, Luís Bidarra (CAS, 54.37), W60, José Magalhães (ACA,54.40) e M35, Carlos Pereira (GDPCD, 1.16.34) nos masculinos. Coletivamente o Centro de Atletismo das Galinheiras, colectividade de Lisboa, venceu em masculinos e femininos, neste último caso com o mesmo número de pontos que o GDP Chão Duro (Setúbal).
 
Sendo verdade que difíceis condições atmosféricas complicam a organização de um evento, contudo, não é compreensível que num campeonato nacional de marcha continuem a acontecer problemas de vária ordem, como por exemplo, a chegada noturna dos atletas de 20 km dificultando a avaliação regulamentar dos juízes de marcha, os atrasos no início das provas e também muito consideráveis nas premiações, etc., finalizando-se o programa com a total ausência de resultados (desta vez até houve «chips»), apenas disponíveis via internet e no dia seguinte. A menos que não se queira reconhecer, urge repensar as organizações federativas, e em particular das provas de marcha.
 
O Marchador
 
 

Periodicidade Diária

quinta-feira, 18 de julho de 2019 – 18:22:21

Pesquisar

Vamos ajudar a Oksana

Maryna Sribnyak
IBAN: PT50 0035 0614 0000 9327 930 65
SWIFT: CGDIPTPL
clicar na imagem para saber mais

publicidade

Atenção! Este portal usa cookies. Ao continuar a utilizar o portal concorda com o uso de cookies. Saber mais...