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49º Circuito de Vila Real - Sábado

 

Em Vila Real cumpre-se o segundo de três dias de corridas. Esta é a terceira jornada de Racing Weekend, que pontua para o Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos (CPVC), Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos 1300 (CPVC 1300), Campeonato de Portugal de Velocidade Legends (CPVL) e é a segunda jornada de 2018, do Campeonato de Portugal de Velocidade Turismo (CPVT), TCR Portugal e Supercar, que correm juntos.

 

 

 

CPVT - TCR Portugal, Supercar

 

Pedro Salvador (Seat Leon Cupra TCR) dominou a prova, que ficou marcada pelo enorme duelo travado entre Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR) e Armando Parente (VW Golf GTI TCR) e em que os pneus dianteiros do carro alemão ditaram o resultado.

 

Nos Supercar a vitória foi para Pedro Lisboa (VW Golf R35) venceu depois de conseguir levar, a custo, a melhor sobre Paulo Martins (Nissan 350 Z) e Joaquim Santos (Seat Leon Eurocopa).

 

Resumo volta a volta

 

  • Volta de formação
  •  

Manuel Gião (Kis Cee´d TCR) ficou parado, mas conseguiu voltar a colocar o carro em marcha.

 

  • Partida
  •  

Pedro Salvador arrancou bem. José Correia falhou o arranque e o Nissan Nismo GTR GT3, demorou a arrancar. Francisco Carvalho (Audi RS3 LMS) teve que contornar o Nissan.

 

Na direita que dá acesso à subida de Abambres, Gustavo Moura foi surpreendido por Fábio Mota, que tinha metido a frente do Peugeot 308 Cup. O toque foi inevitável e o Audi RS3 LMS de Moura ficava pelo caminho.

 

Armando Parente (VW Golf GTI TCR) passou Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR)

 

Manuel Gião a subir para o quinto posto, atrás Francisco Carvalho

 

Joaquim Santos (Seat Leon Eurocup) era o líder dos Supercar, seguido por Pedro Lisboa (VW Golf R35), que trazia Paulo Martins (Nissan 350 Z) a pressionar.

 

  • 2ª volta
  •  

Pedro Salvador distanciava-se duas décimas de Armando Parente e Rafael Lobato estava por sua vez a duas décimas do Golf.

 

  • 3ª volta
  •  

Álvaro Parente a defender-se de Rafael Lobato, que pressionava forte.

 

Paulo Martins passou Pedro Lisboa

 

  • 4ª volta
  •  

Pedro Lisboa passou Paulo Martins

 

  • 5ª volta
  •  

Pedro Salvador aproveitava a batalha pelo segundo posto e distanciava-se dos adversários.

 

Armando Parente falhou travagem para Chicane no fundo de Mateus

 

José Correia bateu à entrada do circuito novo.

 

João Sousa (Seat Leon) seguia em ritmo lento para a box e desistia. O líder dos TCC, ficava fora de prova.

 

  • 6ª volta
  •  

Joaquim Santos perdia a liderança dos Supercar, despois de ser ultrapassado por Pedro Lisboa e Paulo Martins.

 

  • 7ª volta
  •  

Rafael Lobato a pressionar Aramando Parente, chegam a estar lado a lado, mas Parente manteve o segundo posto.

 

Francisco Carvalho era quarto e Manuel Gião quinto

 

  • 8ª volta
  •  

Parente teve uma ligeira saída de frente e Lobato “colou-se” mais.

 

  • 9ª volta
  •  

Pedro Salvador rodou em 2m 04,182s e assinou a melhor volta de corrida.

 

Nas dobragens Rafael Lobato perdeu tempo atrás do Nissan 300ZX de Paulo Martins

 

Armando Parente afastou-se.

 

Pedro Lisboa era o primeiro Supercar, seguido por Paulo Martins, Joaquim Santos

 

  • 11ª volta
  •  

Saída larga de Parente, Rafael Lobato aproveitava para se colocar lado a lado, rodaram assim por vários metros mas desta vez Lobato levava a melhor.

 

  • 12ª volta
  •  

Pedro Salvador cortou a meta um segundo antes de terminar a corrida e isso originou mais uma volta.

 

Rafael Lobato quase perdia controlo do Peugeot.

 

Pedro Salvador (Seat Leon Cupra TCR)

 

Armando Parente (WV Golf GTI TCR), com Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR) ainda em terceiro.

 

  • Classificação final: 
  •  

Pedro Salvador venceu, com uma vantagem de 14,573 s sobre Rafael Lobato e 16,361s sobre Armando Parente. Francisco Carvalho foi terceiro, seguido por Manuel Gião. 

 

Pedro Lisboa ganhou nos Supercar e simultaneamente o melhor "turismo" com uma vantagem de 2,368s sobre Paulo Martins, o melhr GT. Joaquim Santos enverrou o pódium dos Supercar.

 

Disseram os vencedores

 

Pedro Lisboa

"Correu bem, acabei em primeiro. Foi esperar, foi uma corrida de gestão, esperar que as coisas acontecessem e correu bem."

"As lutas foram engraçadas, com o Joaquim e com o Paulinho, foi divertido."

 

Pódium dos Supercar

 

Pedro Salvador

"Correu tudo muito bem e o balanço é extremamente positivo. Foi uma boa partida, ganhei logo uma vantagem no arranque e a partir daí foi uma prova a dar o máximo, obviamente, sempre constante em todas as voltas. Ganhar uma vantagem cada vez maior para a concorrência. Realmente é um balanço extremamente positivo, estou extremamente satisfeito com o resultado mas já com a mente focada na corrida de amanhã."

 

Pódium do CPVT

 

CPVC

 

Luis Barros arrancou na frente, mas Macedo e Silva estava apostado em não ser segundo. Pressionava e quase no fim da primeira volta assumia a o comando. Depois, os dois Porsches na frente afastavam-se de concorrência.

 

Joaquim Jorge e Rui Azevedo ficavam a discutir o terceiro posto, numa luta de Ford Escort´s RS1600. La mais atrás vinha outro Escort, o de Rui Costa

 

Macedo e Silva, numa dobragem falhou uma chicane, Barros aproveitou para ganhar algum do tempo. Algo não estava bem no Porsche 930 Turbo, pois a roda traseira esquerda rodava no paralamas.

 

Ponto de interesse era, como já é hábito, a luta pelos H71, com os homens dos Lotus Elan, Joaquim Soares e Filipe Matias a serem os protagonistas de uma luta interessante de seguir.

 

No Grupo 5 as coisas eram semelhantes. Rómulo Mineiro (Ford Escort RS2000) defendia-se de Alexandre Guimarães (Lotus Elan).

 

Com a corrida a meio, era necessário entrar o safety car. Primeiro era o tête do Karmann Ghia de João Carlos Vieira, Macedo e Silva tocava-o, gerava-se alguma confusão e o safty car entrava.

 

Retomada a corrida, toda a gente estava de novo a rodar de forma compacta e aluta pelos H71 terminava mais cedo do que o previsto e com ela a prova. Um toque de Filipe Matias, na traseira do Lotus de Joaquim Soares, que se atravessava e não conseguia evitar o Datsun 1200 de Luís Sousa e Costa, que estava a ser dobrado, motivava a interrupção da corrida. Filipe Matias escapava por um triz à confusão e a bandeira vermelha era mostrada.

 

João Macedo e Silva vencia e era o melhor dos H75, seguido pelo vencedor dos H81, Luís Barros.

 

Como a corrida terminou com bandeira vermelha, a classificação atribuída foi a da volta anterior e por isso Joaquim Soares venceu os H71. Rómulo Mineiro foi o melhor do Grupo 5

 

 

João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) e Luís Barros (Porsche 930 Turbo)

 

CPVC 1300

 

Luís Alegria (Datsun 1200) voltou a dominar o panorama dos 1300. Conseguiu escapar às restantes lutas e até se foi intrometer nos Grupo 5 e H81, com um 1300 dos H75.

 

Logo após quatro pilotos rodaram em conjunto e acabaram completamente colados, pois recorde-se que, primeiro, o safety-car e depois a bandeira vermelha, complicaram as contas de todos.

 

Assim, Bruno Pires (Datsun 1200) acabou foi o segundo, melhor H71, com um final de corrida de arrepiar, pois João Pedro Peixoto (Mini Cooper S) rodava a meio segundo, seguido de muito perto por Carlos Cruz (Datsun 1200) e Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT). Paulo Miguel encerrou o grupo dos seis da frente.

 

Após o final da prova, Luís Alegria recebeu uma penalização de 40 segundos, por irregularidades de andamento, enquanto o safety-car esteve em pista. Manteve a vitória nos H75.

 

 Luís Alegria (Datsun 1200)

 

CPVL

 

Começo de corrida animado nos Legends, com Vasco Barros (Mercedes 190E DTM) a começar na frente, mas antes ainda da primeira volta terminar, tinha sido batido pela concorrência, leia-se pelo pai, Luís Barros (Ford Sierra Cosworth RS500). Estes eram os comandantes, respectivamente das categorias L90 e Especial.

 

Paulo Sousa e António Barros, faziam uma espécie de competição monomarca com os BMW M3, mas curiosamente tinham um problema chamado Pedro Alves, que com o Citroen Saxo não descolava. Alves era simultaneamente o melhor L99/2000, à frente de José Meireles (Toyota Carina E).

 

Luís Delgado estava comodamente na liderança do Desafio Único FEUP3, tanto mais que entre o respectivo Alfa-Romeo 156 e o de Hélder Moura, andava o Citroen Saxo de Augusto Soares.

 

Nos FEUP 2 Pedro Sousa tinha mais trabalho, tanto mais que Pedro Pinto, rodava quase para-choques de Fiat Punto, com para-choques de Fiat Punto.

 

Bandeira amarela e safty em car em pista

 

No retomar da prova Luís Barros recomeçou na frente. Paulo Sousa assumiu a posição, mas Vasco Barros não estava para ser terceiro e passou-o logo de seguida. Depois era a vez de “atacar” o pai e Vasco assumia a liderança da corrida e era um destacado comandante da categoria Especial.

 

Luís Barros vencia a L90, à frente de Paulo Sousa, que era quem ganhava a L99. Pedro Alves ainda ultrapassava António Barros, era o quarto a cortar a meta e o melhor L99/2000.

 

Nos FEUP 3, Luís Delgado confirmou a vitória e nos FEUP 2 foi Pedro Sousa quem ganhou.

 

Fotos - NunOrganista

 

 

Periodicidade Diária

terça-feira, 13 de novembro de 2018 – 18:47:36

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