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Haas F1 Team no Grande Prémio do México

 

A Altitude é Tudo no Grande Prémio do México

No Meio de Uma Batalha Densa no Meio do Pelotão, a Haas F1 Team Vai para o Ar Rarefeito da Cidade do México

 

Depois da corrida em solo caseiro, o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, que teve lugar no Circuit of the Americas, Austin, Texas, a Haas F1 Team dirige-se para Sul para o Grande Prémio do México, que se realiza no domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México.

 

O circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas albergou pela primeira vez a Fórmula 1 em 1963, mas para poder regressar à Fórmula 1 em 2015, teve que ser reactualizado. O conhecido designer de pistas Hermann Tilke assinou o novo layout, que manteve o carácter original do circuito. Toda a pista foi reasfaltada, foram construídas novas boxes, um novo paddock e bancadas para os espectadores. A alterações mais notadas relativamente ao antigo layout verificam-se na sequência de curvas 1, 2 e 3, assim como no complexo de curvas que atravessam o Estádio de Baseball Foro Sol, que foi construído no interior da dantesca curva Peraltada, que é a derradeira curva da pista.

 

O novo asfalto tornou a superfície muito escorregadia em 2015, e mesmo com mais dois anos de idade, manteve a sua pouca aderência em 2017. Mesmo após quatro anos, pilotos e equipas esperam que a aderência seja diminuta.

 

O pavimento suave é um factor, mas o ar rarefeito da Cidade do México é outro factor a ter em conta.

 

A 2200 metros de altitude, o ar rarefeito significa que os carros têm menos apoio aerodinâmico. Os motores, particularmente as unidades turbo, têm que trabalhar bastante para produzir a mesma potência. Para compensar isto, as equipas adoptam pacotes que produzem mais apoio aerodinâmico do que adoptariam em pistas como Monza ou Baku. Mas com as velocidades máximas do Grande Prémio do México do ano passado a alcançarem os 372 Km/h, as equipas terão que encontrar um compromisso entre a velocidade de ponta para as rectas e o apoio aerodinâmico necessário para empurrar o carro contra ao chão nas curvas da pista.

 

O arrefecimento será outra dificuldade esperada pelas equipas durante o Grande Prémio do México. O ar rarefeito significa que o turbo tem que girar a velocidades mais elevadas para injectar mais oxigénio no motor e, com os travões a serem usados em vinte e um porcento da duração da corrida, setenta uma voltas, mantê-los na temperatura correcta é outra dificuldade.

 

A Haas F1 Team está à altura do desafio, com os seus pilotos, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, desejosos de regressar aos pontos apesar do ultra-competitivo meio do pelotão. A equipa americana está no quinto lugar do Campeonato de Construtores com oitenta e quatro pontos, a vinte e dois pontos da quarta classificada, a Renault, e a vinte se seis da sexta, a McLaren.

 

Com três corridas por disputar no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, a batalha do meio do pelotão continua dura. Os pontos são desejados por todos, mas com as super-equipas, como a Mercedes, Ferrari e Red Bull a monopolizarem os seis primeiros lugares, habitualmente, dos dez que dão pontos, as restantes sete lutam ferozmente pelas restantes quatro posições e pelos valiosos pontos que vêm com elas.

 

Sem ter conseguido pontos no Circuit of the Americas, a Haas F1 Team procura elevar-se no Campeonato de Construtores com uma boa performance na elevada altitude da Cidade do México.

 

Autódromo Hermanos Rodríguez

 

  • Número de voltas: 71 
  • Distância de corrida: 305,354 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
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  • Este circuito de 4,304 quilómetros e 17 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1963, recebendo este ano o seu 18º Grande Prémio.
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  • Sebastian Vettel detém o recorde da volta ao Autódromo Hermanos Rodríguez (1m18,785s,) realizada em 2017 ao serviço da Scuderia Ferrari.
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  • Sebastian Vettel detém o recorde da volta em qualificação ao Autódromo Hermanos Rodríguez (1m16,488s), realizada em 2017 durante a Q3 ao serviço da Scuderia Ferrari.
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  • O México e o Autódromo Hermanos Rodriguez marcaram presença no calendário da Fórmula 1 em três períodos distintos. O primeiro estendeu-se ao longo de oito anos, entre 1963-1970, assistindo-se posteriormente a um hiato de quinze anos. A competição regressou em 1986, mantendo-se até 1992. Vinte e dois anos passaram até que a Fórmula 1 voltasse ao México, com a edição do ano passado do Grande Prémio do México, que reuniu uma mole humana impressionante, estimada em 240000 mil pessoas. Para preparar-se para o mais recente regresso da Fórmula 1, a pista foi submetida a uma profunda renovação. O conhecido designer de pistas Hermann Tilke assinou o novo layout, que seguiu as características do traçado original. Toda a pista foi reasfaltada, foram construídas novas boxes, um novo paddock e bancadas para espectadores. As alterações mais visíveis relativamente ao antigo traçado foi a sequência de curvas da 1 e à 3, para além do conjunto de curvas que atravessam o estádio de baseball Foro Sol, que foi construído no interior da famosa e desafiante curva Peraltada, a última curva do circuito.
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  • Sabia que o Grande Prémio do México foi realizado por dezasseis vezes, todas eles tiveram como palco o Autódromo Hermanos Rodríguez. No entanto, quando o México albergou o primeiro Grande Prémio, em 1963, a pista era conhecida como Magdalena Mixhuca. Foi rebaptizada em honra do herói local e estrela da Ferrari, Ricardo Rodríguez, e do seu irmão, Pedro, que venceu dois Grandes Prémios numa carreira que o viu disputar cinquenta e quatro Grandes Prémios entre 1963 e 1971. O Ricardo morreu durante uma corrida em Magadalena Mixhuca e o Pedro faleceu numa corrida de carros de desporto realizada em Norisring, Alemanha.
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  • Sabia que o Autódromo Hermanos Rodríguez é um dos quatro locais visitados pela Fórmula 1 que tem laços com os Jogos Olímpicos, uma vez que a pista foi a base de diversos eventos durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1968. O Circuit de Barcelona – Catalunya, que alberga o Grande Prémio de Espanha, foi o local do início e da meta de provas de ciclismo durante os Jogos Olímpicos de Barcelona 1992. Sochi, onde se realiza o Grande Prémio da Rússia, albergou os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi 2014. Finalmente, a recta das traseiras do Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal, tem ao seu largo a pista de remo usada durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1976.
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  • Durante o Grande Prémio do México, as temperaturas mínimas rondarão os 10ºC/13ºC e a máxima os 21ºC/23ºC. A humidade relativa estará entre os 32% e os 86%. A velocidade do vento típica variará entre os 0Km/h/26Km/h, raramente excedendo os 37Km/h.

 

 

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quarta-feira, 22 de maio de 2019 – 14:36:18

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