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Dakar 2015 - 11.ª etapa Gonçalves ataca mas segue em segundo

Paulo Gonçalves esteve ao ataque mas só conseguiu recuperar 2.23 do seu atraso para Marc Coma. Assim, quando faltam duas etapas o lusitano mantém o 2.º posto neste Dakar, mas agora a vinte minutos do comandante, pois ontem teve de trocar o motor e isso implicou quinze minutos de penalização.

 

Antepenúltimo dia do Dakar, segunda parte de “etapa maratona”, um troço cronometrado de 357 Km mas pelo meio com 59 Km de neutralização em asfalto. Paulo Gonçalves fez o que lhe competia, partiu ao ataque para tentar aproximar-se o mais possível do líder da prova.

 

Nos primeiros 157 Km do troço o piloto de Esposende ainda conseguiu ganhar 2.25 a Coma, mas este reagiu após a neutralização e nos restantes 141 Km retirou dois segundos à diferença. Tudo somado, o espanhol tem agora 20.12 de avanço sobre Gonçalves para gerir nesta ponta final do Rali.

 

Ontem tive um problema de motor, era necessário trocar,” explicou Gonçalves. “E como era uma etapa maratona, sem assistência, um dos pilotos da nossa equipa teria de ficar ali – foi Jeremias Israel Esquerre, muito corajoso por essa decisão. Devido à penalização, dei gratuitamente quinze minutos aos adversários, mas é a regra da corrida e válida para todos. Agora, a recuperação é ainda mais difícil, mas o problema que tive ontem também pode acontecer a outros,” rematou.

 

Em bom ritmo andou Ruben Faria, 4.º mais rápido no sector selectivo. Aliás, o algarvio conseguiu mesmo recuperar a 6.ª posição na “geral”, ficando com meia dúzia de minutos sobre Casteu. “O tipo de piso neste regresso à Argentina é mais do meu agrado e não senti tantas dificuldades físicas,” disse Faria. “O Chile deixou-me muito massacrado, mas desde ontem estou a sentir-me bem e o pulso – sim, tem sido um pulso o motivo de maior preocupação – deu tréguas e ajudou a conseguir sempre um bom ritmo.

 

Hélder Rodrigues obteve o 8.º tempo na classificativa, mas ainda permanece em 12.º na “geral”, a escassos 51s do antecessor na tabela. Já o homem que fecha o “top 10” tem meia hora de vantagem sobre o lusitano.

 

A penúltima etapa é a mais longa do Rali, com 1024 Km entre Termas de Rio Hondo e Rosário, mas só 298 Km serão disputados contra o cronómetro. Depois disso, no último dia os resistentes ainda enfrentam um derradeiro sector selectivo de 174 Km.

 

Classificação geral: 1.º Marc Coma (KTM) a 41h43m03s; 2.º Paulo Gonçalves (Honda) a 20.12; 3.º Toby Price (KTM) a 31.43; 4.º Pablo Quintanilla (KTM) a 33.15; 5.º Stefan Svitko (KTM) a 48.07; 6.º Ruben Faria (KTM) a 1h40.43; 7.º David Casteu (KTM) a 1h46.51; 8.º Laia Sanz (Honda) a 2h13.20; 9.º Ivan Jakes (KTM) a 2h24.46; 10.º Olivier Pain (Yamaha) a 2h55.17; 11.º Hans Vogels (KTM) a 3h24.48; 12.º Hélder Rodrigues (Honda) a 3h25.39; etc.

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sábado, 20 de julho de 2019 – 07:42:52

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