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Campeonato do Mundo com etapa africana inédita

A Federação Internacional de Triatlo (ITU) anunciou esta quarta-feira o calendário definitivo para 2014 do Campeonato do Mundo de Triatlo (World Triathlon Series), a mais importante competição da modalidade, disputada em circuito. Pela primeira vez, será realizada uma etapa no continente africano, mais concretamente na Cidade do Cabo, na África do Sul.


Saiba todas as novidades que a nova temporada, nacional e internacional, vai trazer.

 

Chicago, nos Estados Unidos, também se estreia no calendário do circuito mundial, composto por oito provas e com início a 5 e 6 de Abril, em Auckland, na Nova Zelândia. A Grande Final, que em 2013 se realizou em Londres, será disputada em Edmonton, Canadá.

 

Quanto a provas da Taça do Mundo, a ITU anunciou até ao momento nove provas, mas vai ainda acrescentar ao calendário da competição, que também pontua para o ranking de qualificação olímpica, mais três provas: uma na Europa e duas na América.

 

A nível nacional, a Federação de Triatlo de Portugal também ultima o agendamento das provas para a nova época desportiva, estando previsto para a próxima semana o anúncio do calendário competitivo de 2014.

 

No ano em que se inicia a qualificação para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, Brasil, a FTP introduz alterações no modelo de apoio ao Alto Rendimento e Seleções Nacionais.

 

Os objetivos são, por um lado, ter Portugal sempre a competir ao mais alto nível internacional; por outro, alcançar o apuramento olímpico de três atletas masculinos – a quota máxima permitida - e um feminino, para além de colocar mais atletas em lugar de destaque no ranking da ITU.

 

Para isso, foi constituído um projeto olímpico federativo, dentro do qual foram definidos três grupos de trabalho – Nível 1, 2 e 3 – que terão como meta comum a sua própria qualificação olímpica e contribuir para que o país tenha a quota máxima de atletas masculinos e ainda representação feminina.

 

Distribuídos pelos níveis 1, 2 e 3 de acordo com os resultados desportivos alcançados em 2013, estes atletas beneficiarão de um conjunto de apoios à sua preparação e participação, em função do nível em que se situam.

 

Depois, na base da pirâmide, estarão as Seleções Nacionais, que incluem atletas, com potencial e perfil para entrarem no ranking da ITU e poderem ainda lutar pela qualificação olímpica, bem como os escalões de Sub-23, Júnior, Juvenil e as disciplinas de Triatlo Longo, Duatlo e Paratriatlo.

 

Neste novo modelo, a FTP vai dar uma maior importância às escolhas dos atletas. Ou seja, estes poderão definir, em articulação com os seus responsáveis técnicos e a FTP, as provas em que optem por participar ao longo da temporada, por forma a atingirem os objetivos pessoais e nacionais.

 

Ao mesmo tempo, é desejo da FTP ser cada vez mais um agente regulador da modalidade e transferir para os clubes o enquadramento técnico dos atletas. Este objetivo, no entanto, não inibirá os atletas de poder escolher o enquadramento técnico da FTP, que se manterá disponível.

 

Em função de todos estes objetivos e grupos de trabalho, a FTP passa a ter uma estrutura técnica composta por um diretor para o Alto Rendimento, cargo entregue a Sérgio Dias; um selecionador nacional, Bruno Salvador, que já fazia parte dos quadros da FTP; e um treinador para o grupo de trabalho sediado no CAR Jamor, função desempenhada por Lino Barruncho.

 

De realçar que, neste novo modelo, o selecionador nacional deixa de treinar qualquer atleta, cabendo-lhe estabelecer e fazer cumprir os critérios de seleção, bem como apoiar a preparação e qualificação olímpica.

 

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terça-feira, 26 de janeiro de 2021 – 16:19:16

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