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Liga Mundial - 2.ª Jornada da Poule C - Argentinos reforçam liderança

A Argentina venceu ontem Portugal por  3-1 (25/23, 25/21, 14/25 e 25/22), no Pavilhão Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim, e reforçou a liderança na Poule C da Fase Intercontinental da Liga Mundial.
 
Pese embora a réplica dada pelos portugueses, o triunfo dos argentinos foi merecido, já que se torna óbvio que Facundo Conte – um jogador completíssimo – encabeça uma equipa de jovens talentos mundiais, com grande potencial e margem de evolução.

Portugal esteve melhor do que na véspera e jogou de igual para igual até aos momentos finais dos sets, altura em que deixava o seu adversário exercer um certo ascendente… que normalmente se revelava fatal.

A excepção foi o terceiro set, no qual Portugal, partindo de uma situação de desvantagem, conseguiu evidenciar uma supremacia em todos os fundamentos do jogo, terminando com o merecido e desnivelado resultado de 25/14.
Resta agora a Portugal procurar pontuar fora, na Sérvia (a 10 e 11 de Junho) e na Argentina (dias 18 e 19), antes de receber a Sérvia (dias 25 e 26), e tentar colmatar os pontos cedidos.
 
O primeiro set apenas conheceu equilíbrio nos pontos iniciais (2-2, 5-5, 8-9). Depois, os argentinos, sob a batuta do criativo distribuidor Luciano De Cecco e apoiados na potência dos ataques de Facundo Conte e Federico Pereyra, construíram uma vantagem significativa (16-11, 18-13, 20-16) que não augurava nada de bom para os objectivos dos portugueses.

 Contudo, um bloco individual de André Lopes a Conte (21-22) fez renascer as esperanças e a autêntica «bomba» no ataque de Hugo Gaspar - que foi de encontro à face de Rodrigo Quiroga - igualou o marcador a 22 pontos, deixando tudo em aberto quanto ao vencedor.

 Os argentinos vacilaram, mas não caíram, tendo mostrado a frieza suficiente para vencerem por 25/23.
 
No segundo set, os sul-americanos voltaram a chegar primeiro à primeira paragem obrigatória (8-7), mas os portugueses, com Hugo Gaspar em destaque no ataque, chegaram à igualdade (10-10) e passaram para a frente (14-13) com um bloco de João José. E foi outro bloco do seu capitão que permitiu à equipa lusa chegar em vantagem (16-15) ao segundo tempo técnico. A Argentina respondeu na mesma moeda: Facundo Conte igualou a 16 pontos com um bloco e Rodrigo Quiroga o 20-18, após um serviço muito poderoso do mesmo Conte.

E a história do primeiro jogo repetiu-se e a Argentina voltou a mostrar-se mais forte na recta final do set, vencendo por 25/21.
 
No terceiro set, a Argentina liderou o marcador desde cedo (7-4, 8-6), mas a garra de Manuel Silva, autor de três pontos quase consecutivos no ataque, deu novo fôlego a Portugal e permitiu-lhe reorganizar-se e passar à ofensiva (16-12). E de que forma! Motivados e incentivados pelo incansável público, os portugueses só pararam no triunfo por um desnivelado 25/14.
 
O público acreditou no volte-face, mas, no quarto set, os pupilos de Javier Weber chamaram a si o comando do jogo logo desde os instantes iniciais (2-0, 8-5), tendo chegado ao último terço do set com uma vantagem de quatro pontos (16-12), distância pontual que alargaram pouco depois (19-14).

 Estava traçado o destino do set e do jogo, que os argentinos, apesar de alguns pequenos sustos, fecharam com o resultado de 25/22.
 
Hugo Gaspar e o argentino Gabriel Arroyo formam os melhores pontuadores do jogo, com 15 pontos.
 
A guerra ainda não está perdida...
 
No final, Juan Diaz reconheceu: “O jogo de hoje foi diferente, pois jogámos melhor do que ontem, embora ainda tenhamos alternado alguns momentos altos com outros baixos. Ainda nos falta ritmo de jogo e… confiança, que é muito importante, pois a Liga Mundial é uma competição do mais alto nível.
As possibilidades estão ainda em aberto e vamos continuar a trabalhar para atingirmos os nossos
objectivos”.
 
Hugo Gaspar salientou: “Foi um jogo mais equilibrado, embora a Argentina tenha sido superior.
 Isto é uma guerra e perdemos algumas batalhas, mas ainda não perdemos a esperança de alcançar os nossos
objectivos”.
 
Javier Weber confessou: “Esta vitória foi mais difícil. Portugal serviu muito bem e dificultou a nossa recepção. Hoje foi um jogo que esteve mais perto da realidade, pois a Argentina e Portugal têm equipas muito semelhantes. Estou muito feliz porque os jogadores souberam dar a volta por cima depois de terem perdido o terceiro set”.
 
E Facundo Conte concluiu: “Estou muito contente por termos conseguido somar seis pontos em Portugal, que tem uma selecção muito competitiva. Vamos continuar a trabalhar para melhorar ainda mais”.
 
Mais informações:  www.fivb.org www.fpvoleibol.pt/WL2011  
 
 

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segunda-feira, 15 de julho de 2019 – 22:46:38

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