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SL Benfica ergueu o 17.º troféu da Taça de Portugal

 

O SL Benfica ergueu o 17.º troféu da Taça de Portugal, em seniores masculinos, ao vencer, o Castêlo da Maia GC por 3-1 (24-26, 18-25, 22-25 e 12-25) na final disputada hoje no Multiusos de Sines.

 

1.º Set: Bom começo dos maiatos (3-1, 5-3), muito fortes no contra-ataque e sideout com a vantagem a não ser alargada devido apenas aos serviços falhados no início do parcial.


O Castêlo da Maia GC chegou em vantagem ao primeiro tempo técnico (8-7), com um ataque de Rui Moreira, e distanciou-se ainda mais pouco depois com um bloco ao artilheiro sérvio Milija Mrdak, obrigando José Jardim a tocar a recolher (10-7).


Incentivada pela sua falange de apoio, a equipa orientada por João Coelho, antigo libero dos encarnados, pressionou ainda mais e atingiu a segunda paragem obrigatória com a mesma vantagem (16-13).


Um bloco individual do distribuidor Tiago Violas levou ao rubro os adeptos benfiquistas e a equipa pareceu ganhar novo fôlego (17-15).


Um serviço directo de Frederic Winters igualou (20-20) e João Coelho chamou os seus jogadores.


A conversa surtiu efeito e o Castêlo respondeu com um serviço (quase) directo de Rui Moreira (22-20).


Dois pontos no ataque de Mrdak igualaram novamente (22-22); Fabião e Helder Spencer colocaram o Castêlo a um ponto da vitória, mas seriam dois pontos de ataque consecutivos de Renan Freire (Purificação) a dar a vitória por 26-24.

 

2.º Set: A entrada de rompante do SL Benfica no segundo set valeu-lhe logo um pecúlio pontual precioso (8-1), com três serviços de Mrdak a serem bem complementados pelo bloco encarnado e pela destreza do disbribuidor encarnado.

 

Os maiatos reagiram e encurtaram terreno (14-11), mas dois pontos do central tobaguenho Marc Honoré (ataque e bloco) distanciaram novamente o SL Benfica (16-11).


Os nortenhos procuraram reagir, mas Mrdak não o permitiu e, com um ponto no ataque e outro de serviço (24-17), alargou ainda mais o caminho para a vitória: 25-18.

 

3.º Set: Boa entrada do SL Benfica (5-3, 11-8), mas resposta do Castêlo da Maia GC a mostrar que a «luta» estava para durar (12-13).


Contudo, a vantagem dos lisboetas à passagem do segundo tempo técnico (16-13) prolongou-se (23-20) até ao ataque final de Marc Honoré fazer o 25-22.

 

4.º Set: Um serviço directo de Fred Winters e um bloco de André Lopes colocaram a equipa da Luz em posição privilegiada no início do quarto parcial (8-4). Um ataque de segunda linha, seguido de um serviço directo e de novo ataque do internacional canadiano dilataram ainda mais a vantagem (12-4).


Um ataque de Honoré tornou ainda mais evidente a diferença no marcador entre as duas equipas (16-5) e vincou o desfecho mais desnivelado: 25-12.

 

Sob a arbitragem de Ricardo Ferreira (AV Porto) e Hélio Ormonde (AV S. Miguel)

 

O oposto benfiquista Milija Mrdak, com 29 pontos, foi o melhor pontuador do jogo, seguido do seu companheiro de equipa Fred Winters, com 15, e do maiato Renan Freire, com 13 pontos.

 

José Jardim (Treinador do SL Benfica):
"O que fez a diferença foi a mudança da nossa atitude. No primeiro set, fruto da sua capacidade defensiva, o Castêlo da Maia, que lhe permitiu pontuar em muitas jogadas de contra-ataque e isso foi determinante para o seu triunfo.
Depois, o nosso serviço e, fundamentalmente, a nossa distribuição mudou tudo no jogo.
Esta 17.º vitória na Taça de Portugal [9.ª «pessoal], tem muito significado porque é, provavelmente, a minha última como treinador da equipa e recompensa os grandes momentos de alegria e também alguns de tristeza que vivi".

 

André Lopes (Zona 4 do SL Benfica):
"Começámos mal, mais por mérito do nosso adversário, que esteve muito bem no primeiro set. Depois conseguimos rectificar a nossa forma de jogar, ganhámos ainda mais confiança e acabámos em força o jogo, pelo que creio que fomos os justos vencedores".

 

João Coelho (Treinador do Castêlo da Maia GC):
"O SL Benfica conseguiu manter sempre o seu nível de jogo e nós não. Fico triste pelos meus jogadores, pois trabalharam como ninguém durante toda a época, mas orgulhoso de termos lutado pela conquista da segunda competição mais importante do Voleibol nacional. Foi uma honra disputar esta final e demos boa réplica nos primeiros sets. Depois, o nosso adversário adaptou-se ao nosso jogo e começou a criar-nos dificuldades".

 

Afonso Guerreiro (Oposto do C. Maia GC):
"Conseguimos entrar bem e apresentámos um sideout forte que nos permitiu ficar em vantagem. Nos três sets seguintes não conseguimos contrariar a força do nosso adversário, sobretudo no serviço, que lhes deu logo três ou quatro pontos de vantagem. Eles estão a lutar para serem campeões e mostraram muita determinação; nós demos tudo, mas isso não foi suficiente. Parabéns ao Benfica".

 

O SL Benfica é a equipa com mais títulos conquistados (17) na prova, o primeiro em 1965/1966 e o último em 2015/2016, tendo erguido o troféu por cinco vezes nas últimas dez finais.


O SC Espinho é o segundo clube com maior número de taças (12). Foi o primeiro vencedor da competição, em 1964/1965, e detém o recorde de maior número de taças conquistadas consecutivamente (6), entre a época de 1995/1996 e de 2000/2001.

 

 

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terça-feira, 23 de julho de 2019 – 11:26:08

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