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Liga das Nações - Selecção Nacional conta com a energia positiva do público

 

A Selecção Nacional de Seniores Masculinos, orientada por Hugo Silva, tem esta semana mais  um trabalho hercúleo na Liga das Nações de Voleibol 2019 (Volleyball Nations League - VNL)).

 

O nosso País acolhe, nos dias 14 a 16 de Junho, no Multiusos de Gondomar, a Pool 9, na qual Portugal defronta as selecções do Brasil, Sérvia e China, respectivamente 1.º, 10.º e 20.º posicionados no Ranking Mundial (1 de Outubro de 2018).

 

O sempre-poderoso Brasil é a única selecção que se mantém invicta na prova e a China e a Sérvia estão muito longe de serem adversários acessíveis.


Contudo, surge sempre na memória dos adeptos o surpreendente triunfo conseguido pelos portugueses frente aos brasileiros na fase preliminar da então Liga Mundial, em 2005, em Almada, bem como a força anímica que um público caloroso como o de Portugal consegue incutir na Selecção Nacional... seja de que modalidade for.

 

É das mãos do distribuidor Miguel Tavares que saem os passes que poderão fazer com que os ataques de Portugal somem os pontos necessários para vencer sets e jogos, alcançando assim o objectivo primordial na VNL 2019: a manutenção entre as melhores equipas mundiais da actualidade.

 

- Que momentos destacas dos jogos na Argentina e Rússia?
"Na Argentina, destaco claramente a vitória contra a Bulgária! 3 Pontos que serão muito importantes para a manutenção. Uma vitória da equipa em que os 14 jogadores foram muito  importantes! 
Considero que ainda é cedo para falarmos em evolução. Achava que tínhamos feito alguma progressão nos primeiros 3/4 jogos mas depois, no jogo com a Itália, voltámos a cometer erros e a jogar da mesma maneira que jogávamos no início da competição ou mesmo nos jogos-treino com o Chile e a Argentina. 
Contra os Estados Unidos, demos mais um passo pequenino no que diz respeito ao nosso jogo colectivo e de paciência (que é a única forma de contrariar o poderio físico destas grandes equipas), mas continuámos com muitas dificuldades no que toca ao número de erros directos. 
Somos mais baixos e menos fortes fisicamente que todas as equipas que vamos enfrentar. 
Temos de ser melhores técnica e tacticamente. E melhores a fazer as coisas simples. Temos de jogar com muita paciência e inteligência e com vontade de nos superarmos. Só assim é que conseguiremos bater-nos de igual para igual neste nível"

 

.– A actuar pela primeira vez no nosso País, a equipa poderá ir buscar ao público de Gondomar forças extra e somar pontos preciosos para o objectivo da manutenção na competição?

"Penso que o público pode ter um papel crucial neste fim-de-semana. Tivemos a experiência de jogar contra as equipas da casa na Argentina e na Rússia e o ambiente nos pavilhões foi extraordinário. Sente-se o calor do público. Por isso, precisamos do nosso público português para nos ajudar naqueles pontos decisivos e a criar energia positiva à volta da nossa equipa".

 

– Após defrontar a Rússia, a Itália e os Estados Unidos, o que é que Portugal poderá fazer frente à Sérvia, China e, sobretudo, Brasil?
"Todas as equipas estão a um nível superior ao nosso. São tudo seleções que estão habituadas a jogar Mundiais, Europeus, Jogos Olímpicos, etc.. Nós somos a 31.ª selecção do ranking mundial. O que podemos fazer contra estas equipas é bater-nos de igual para igual com todas elas, caso consigamos jogar de forma inteligente e em superação... e sempre concentrados. Neste nível, se um dos jogadores se desconcentrar um ponto, é o suficiente para pôr em risco um set. Que para nós é precioso. Enquanto as outras selecções estão habituadas a este nível, pois jogam entre elas com regularidade, nós enquanto selecção (este grupo actual de jogadores) não estamos habituados a jogar contra estas selecções. Nem a este nível de exigência (enquanto equipa).
Estávamos habituados a defrontar equipas como a Albânia – na fase de qualificação para o Europeu – em que podíamos fazer muitos erros e mesmo assim ganhar 3-1 e passámos a jogar com os Estados Unidos, num jogo que foi disputado mas em que registámos o dobro dos erros directos cometidos pelos nossos adversários. Dá que pensar...
Por isso, para concluir, acho que em Gondomar vai passar muito por isso... Diria que pela classificação a China e a Sérvia poderão estar menos seguras (devido aos resultados menos bons) e que devido a isso temos uma oportunidade mais real contra estas selecções. O Brasil tem 6 vitórias em 6 jogos... Mas temos de encarar este jogo como mais uma oportunidade de conseguirmos superar-nos e evoluir".

 

– Tendo em consideração os jogos já disputados, que selecções destacas na VNL 2019?
"Destaco a Rússia e Itália. A Rússia pelo poderio ofensivo e a qualidade do serviço/bloco/defesa. A Itália porque mesmo com uma equipa completamente renovada consegue estar em 5.º lugar e manter um nível de jogo muito alto, em que os jogadores novos que chegam (estamos a falar de jovens jogadores de 19/20/21 anos) têm já uma inteligência e noções tácticas de alto nível, já para não falar da sua técnica.
Estou surpreendido, pois mesmo sem os melhores jogadores à disposição (Zaytsev, Lanza, Juantorena, Colaci, etc.), conseguem jogar a um nível tão alto e discutir todos os jogos"!

 

Os jogos, que serão transmitidos em directo pela Sport TV, estão agendados:


14 de Junho
18h00 – Brasil x Sérvia
21h00 – Portugal x China

15 de Junho
16h00 – Brasil x China
19h00 – Portugal x Sérvia

16 de Junho
15h00 – China x Sérvia
18h00 – Portugal x Brasil

 

 

Periodicidade Diária

quinta-feira, 20 de junho de 2019 – 11:08:54

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