Bruno Magalhães o mais rápido entre os portugueses no Rally de Portugal mas problema mecânico força desfecho inglório

 
Não há palavras para descrever a tristeza de Bruno Magalhães por não ter concluído o Rally de Portugal, a mais importante prova da modalidade disputada no nosso país. Depois de ter assegurado, na vertente competitiva, o primeiro lugar entre os pilotos portugueses - vencendo 10 das 15 especiais do evento - viu todo um trabalho de três dias deitado por terra na ligação que o levava ao pódio. Um perne da roda traseira direita cedeu e não permitiu que chegasse ao último controle da prova.
 
Um desfecho inglório para o piloto português, que no primeiro dia de prova já se tinha confrontado com problemas de alterador no seu carro que o forçariam a abandonar. Ao abrigo do Super Rally regressou à prova com 10 minutos de penalização e desde então protagonizou um recuperação sem precedentes para terminar os troços cronometrados confortavelmente na frente: "É impossível descrever a tristeza e a frustração. Foi um rali incrível. Andámos sempre nos limites para conseguirmos recuperar o tempo perdido. Foi uma luta constante e uma satisfação quando terminámos o último troço na frente. Mas, o pior estava para vir e quando nos apercebemos do problema, tentámos a todo o custo chegar ao controle final. Fizemos mais de 50 quilómetros de ligação e ficámos a 500 metros do final. Foi um enorme azar", descreveu Bruno Magalhães.
 
Como balanço da prova fica: "A satisfação de ter ganho o rali nos troços e a insatisfação de o ter perdido de uma forma tão peculiar. Há no entanto que olhar para os aspetos positivos. Tenho de estar contente por ter feito o rali de forma tão competitiva depois de mais de oito meses afastado", concluiu o piloto do Peugeot 207 S2000.
 
 

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