
Lefty apresentam "Andrómeda" em Lisboa a 3 de Fevereiro na Musicbox às 22h00

Fotografia: Vera Marmelo / FNAC LIVE 2021
LEFTY, o quarteto poderoso de pop rock, com Leonor Andrade na voz, João Nobre no baixo, Pablo Banazol nas guitarras e Dani na bateria, com origem naquela clássica sala de ensaio de onde não se quer sair e de onde explode aquela energia de estar junto a criar e a tocar ao vivo.
Editaram o disco de estreia, “Andrómeda”, em outubro de 2021 e ao longo de 2022, atuaram em diversos palcos, desde o Festival NOS Alive, FNAC Live ou Festa do Avante ao Réveillon do Seixal e várias festas de verão, passando ainda pelos clubes mais emblemáticos de norte a sul do País que estremeceram ao som de temas como "Camel" ou "Cais".
O som dos LEFTY remete-nos para as bandas de garagem do final dos anos 80, início dos anos 90, numa mistura peculiar entre o punk, a new wave e a pop; um som mais cru, mais direto, sustentado pelo nervo das palavras, do baixo, da guitarra e da bateria! Se, no entanto, houver alguma dúvida de que os LEFTY são uma banda dos anos XX do século XXI, a sua atualidade é assegurada pela produção, assente na robustez e texturas sonoras que abrem caminho para um novo pop rock – o deles próprios.
As letras de Leonor Andrade, escritas em português, são diretas e intensas; abordam assuntos da vida quotidiana e de cariz sociológico, tais como a Igualdade de Género, a Discriminação e as demais ramificações da Intolerância, sempre de uma perspetiva feminina. Ao vivo ganham ritmo e novas camadas, expressando ainda um aceso inconformismo.
Tal como acontecia na década de 80/90, os LEFTY pretendem recuperar alguns dos hábitos associados ao consumo de música à época, incluindo a precisão no alinhamento do disco que convida a uma audição completa, contando uma história com princípio, meio e fim.
Em palco, a mensagem sonora dos LEFTY é densa, crua e rude; vem das entranhas. A dinâmica do alinhamento é em constante crescendo, havendo espaço para um momento único e intimista protagonizado por Leonor Andrade e Pablo Banazol, só voz e guitarra, para respirar um pouco, mas só mesmo um pouco.
Os LEFTY continuam na estrada e 2023 trará novos sons.

SOBRE O DISCO "ANDRÓMEDA":
“Andrómeda”, disco de estreia dos LEFTY, foi editado no passado dia 1 de outubro em formato físico e digital e conta com letras de Leonor Andrade e composição de João Nobre que partilha também a produção com João Martins dos estúdios Ponto Zurca.
A masterização ficou a cargo de John Davis, responsável pela masterização de discos de De La Soul, Gorillaz, The Killers, Noel Gallagher, Dua Lipa, entre muitos outros artistas de renome e foi realizada nos estúdios Metropolis em Londres.
O nome deste disco está intimamente ligado com vários dos conceitos e lendas associados a Andrómeda, não só em relação à mitologia grega, mas também em relação à astrologia.
A estética de uma galáxia é, já de si, inspiradora e corresponde a um ecossistema próprio que une os membros da banda em torno de um imaginário e conceito. Quanto à mitologia, Andrómeda foi salva dos braços de um monstro por amor e, este trabalho de estreia, não poderia ser mais demonstrativo do amor que o quarteto tem em estar junto a criar música.
O som dos LEFTY remete-nos para as bandas de garagem do final dos anos 80, início dos anos 90, numa mistura peculiar entre o punk, a new wave e a pop; um som mais cru, mais direto, sustentado pelo nervo das palavras, do baixo, da guitarra e da bateria! Se, no entanto, houver alguma dúvida de que os LEFTY são uma banda dos anos 20 do século XXI, a sua atualidade é assegurada pela produção, assente na robustez e texturas sonoras que abrem caminho para um novo pop rock – o deles próprios.
Tal como acontecia na década de 80/90, os LEFTY pretendem recuperar alguns dos hábitos associados ao consumo de música à época, incluindo a precisão no alinhamento do disco que convida a uma audição completa, contando uma história com princípio, meio e fim; é ter tempo para sentar no sofá, ouvir o disco, não deixando escapar cada detalhe e cantá-lo de fio a pavio.
Para os mais curiosos, LEFTY (canhoto ou canhota = que ou quem tem maior habilidade com o lado esquerdo do corpo, em especial com a mão, do que com o lado direito) é uma homenagem a Maria da Luz, mãe de João Nobre, por em criança ter sido obrigada a contrariar a destreza inata em escrever com a mão esquerda. Tornou-se destra por obrigação, ambidestra por teimosia.
Por teimosia em fazer música e em fazer pop rock, os LEFTY pretendem levar o novo "Andrómeda" a palcos de todo o país.