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Artur Santoro fala sobre a forma como o Batekoo se tornou num polo cultural negro-brasileiro

 

A 16 de maio, pelas 18h30, Artur Santoro, diretor do BATEKOO, vai estar na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto, como orador numa aula aberta sobre os 10 anos da maior plataforma cultural negra e LGBT brasileira do mundo.

Criada em 2014 em Salvador como uma festa, a BATEKOO tornou-se a maior plataforma cultural negra e LGBT brasileira do mundo. Sob o tema “10 anos de BATEKOO: do rolê à retomada”, Artur Santoro irá falar sobre a forma como o BATEKOO se tornou num polo cultural negro-brasileiro, que atua a partir da realização de eventos, formações de história e cultura afro-brasileira, capacitação técnica para o mercado cultural e economia criativa, entre as mais variadas e expansivas atuações que permitem celebrar, movimentar e valorizar pessoas negras.

 

Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Antropologia Social, Artur Santoro é investigador de culturas e histórias afro-brasileiras, tendo participado na curadoria de exposições no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), como Histórias Afro Atlânticas (2018).

 

A aula aberta “10 anos de BATEKOO: do rolê à retomada” faz parte do ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”, um programa com co-curadoria de Lilia Schwarcz (antropóloga e historiadora brasileira) e Nuno Crespo, que contempla uma agenda de concertos, conferências, exposições e performances, que vão decorrer entre 16 de fevereiro e 24 de maio. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA).

 

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quarta-feira, 22 de maio de 2024 – 12:17:14

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