Após quatro edições na companhia do utópico e saudoso José Pinho e da sua equipa, o festival regressa este ano com um novo modelo e propósito, resultado de uma pausa dedicada à sua reestruturação.
A programação desta edição está a cargo da Rede de Bibliotecas de Lisboa (Direção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa) e conta com o apoio de curadores especializados nas três grandes linhas programáticas do festival: Catarina Magro (Língua), Carlos Vaz Marques (Literatura) e Jorge Amorim (Ciência Cognitiva e Inteligência Artificial).
Esta edição do festival apresenta um programa eclético, do qual fazem parte: Concertos, Conversas, Espetáculos, Exposições, Oficinas, Palestras, Programa Educativo, assim como um Programa pensado por Entidades Parceiras e um programa dirigido a pessoas que trabalham na área da cultura, quer seja em bibliotecas, escolas ou outros equipamentos culturais.
Língua, Literatura e Inovação entrecruzam-se ao longo do festival, promovendo o debate sobre os desafios contemporâneos da comunicação, os riscos da desinformação e as fronteiras cada vez mais difusas entre realidade e ficção.
Na sua 5ª edição, o Festival Lisboa 5L olha para os dias atuais – velozes e fugazes – e debate a relação entre cultura e inovação – lugar de Utopia e Distopia, pondo o foco na Literatura, na Língua e nos processos cognitivos de aprendizagem deste sistema de códigos, através do qual comunicamos.
O dia 5 de maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa, lança o mote com um conjunto de atividades que decorrerão em vários locais, entre as quais atividades de mediação de leitura dinamizadas pelas Bibliotecas de Lisboa, em cerca de 20 escolas básicas de toda a cidade.
Nos dias 9, 10 e 11 de maio, o programa estará concentrado no epicentro da inovação lisboeta, o Beato Innovation District.