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Lourenço Rodrigues sexto na final dos 3000 m obstáculos dos Europeus Sub-20

Chegaram ao fim os Campeonatos Europeus Sub-20, que decorreram em Jerusalém (Israel), no que diz respeito à presença portuguesa. No último dia, Lourenço Rodrigues foi sexto na final dos 3000 metros obstáculos, com recorde pessoal, algo que o marchador Tiago Sucena também alcançou.
 
O atleta que representa o Juventude Ilha Verde, fez uma boa corrida. Creditado com um recorde de 9m06, tinha conseguido um apuramento confortável nas meias-finais (2º, com 9m13s), foi no meio do pelotão enquanto o ritmo não mudou. Quando o espanhol Sergio del Barrio (que viria a ser campeão com 8.46,81) aumentou o ritmo na frente, o português ficou para trás, ali na luta pelo oitavo e nono lugar. Contudo, na última volta reagiu muito bem e ganhou alguns lugares, terminando em sexto lugar, com a marca de 9m00s39”, um recorde pessoal melhorado em cerca de seis segundos.
 
«Esta é uma final num Campeonato da Europa, portanto tem aqui os melhores. Nunca é fácil competir a este nível. Para mais é a minha primeira internacionalização e nunca corri com atletas deste nível. Por isso estou contente, consegui parte do meu objetivo, que era bater o recorde pessoal, contudo ainda não foi hoje que baixei dos 9 minutos», afirmou o atleta, no final da prova. «Acho que corri bem, embora esteja ligeiramente constipado, algo que afetou bastante a equipa portuguesa. Mesmo assim consegui correr ao meu melhor nível, embora tenha de confessar que, embora tenha dado tudo, sinto que podia ter sido melhor, se tudo o que nos envolveu tivesse corrido muito bem», afirmou o atleta aludindo às preocupações de saúde.
 
Mas o primeiro a entrar em ação foi o marchado Tiago Sucena. Às 7h00 (cinco em Portugal), o marchador do Marinha Grande começou os 10 km marcha e foi fazendo a prova ao seu próprio ritmo, terminando a prova em 15º lugar, com um novo recorde pessoal (45m30s76”).
 
No final da prova afirmou estar contente «por ter conseguido um recorde pessoal. Começamos com um bom ritmo, que acompanhei até ter sentido aquela “parede” que me fez abrandar bastante. Nada podia ter feito para alterar a minha prestação. Fiz tudo o que era possível. É verdade que não dormi bem, porque estava com receio de acordar doente, como os meus colegas, mas acabei por fazer a minha prova e cumpri o meu objetivo».
As incidências a que se refere devem-se a um surto de amigdalite que afetou a equipa portuguesa (e outros elementos de outras equipas no mesmo hotel). Surto que impediu a continuidade da competição de André Franco, nos 400 metros barreiras, Tiago Pereira, no triplo, André Barbosa, nos 5 000 metros, e Guilherme Martins, nos 10 km marcha. Outro atleta (João Fernandes) também ficou doente, mas já depois de ter competido.
 
Os portugueses foram bem acompanhados em termos médicos e estão a recuperar, regressando a comitiva no dia de amanhã, com uma viagem durante a noite. Na bagagem vem a medalha de bronze conseguida por Sisínio Ambriz nos 110 metros barreiras.
 
Fotos Sportmedia/FPA
 

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sexta-feira, 19 de julho de 2024 – 10:04:38

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