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Ramos e Chaves são Vice-Campeões da Bronze Sprint Cup

Tal como prevíamos, a decisão da Bronze Sprint Cup foi até à última volta da segunda corrida. Duas corridas que não correram de feição à dupla Portuguesa e com isso os nossos pilotos virão esfumar-se o almejado título.
 
Era difícil. Depois de Hockenheim percebeu-se que o BOP não era favorável ao McLaren e com isso o handicap estava a pesar sobre os pilotos portugueses que tudo fizeram para manter acesa até final a luta pelo título na Bronze da Sprint Cup.
 
No sábado o 3º lugar da qualificação de Henrique Chaves refletiu-se no 3º lugar também no final da corrida, o problema é que o Porsche #911 do Alex Malykhin, principal adversário na luta pelo título, fez 2º e com isso passou a liderar a tabela classificativa, deixando de qualquer modo tudo em aberto para a corrida de domingo.
Na qualificação realizada no domingo de manhã, Ramos fez o 3º tempo, encostado novamente ao Porsche #911 de Malykhin, antevendo-se assim uma luta sem tréguas para a corrida da tarde. Se assim se previa, tal foi a realidade pois Ramos fez toda a primeira parte da corrida encostado em Malykhin, ainda que sem hipótese de passar o Porsche, pois o McLaren do piloto português era bastante inferior em termos de velocidade de ponta na longa reta o Circuito.
 
Na segunda parte da corrida e já com Henrique Chaves ao volante a luta manteve-se, agora com Güven ao volante do Porsche #911, mas tal como na primeira fase, sem que o McLaren tivesse atributos para contrariar a superioridade do Porsche. Para piorar o cenário, ainda que sem impacto na classificação final em termos da tabela classificativa, Henrique Chaves ainda foi tocado nas duas últimas voltas, tendo com isso caído para 5º, lugar em que terminou a corrida.
Em termos da tabela classificativa, a Sprint Bronze Cup teve como vencedor Alex Malykhin com 71,5 pontos e em segundo ficaram Miguel Ramos e Henrique Chaves com 60,5 pontos.
 
O ambiente na G59 era de resignação, mas por outro lado com a consciência de tudo ter sido feito para vencer a Sprint Cup e Miguel Ramos era o espelho desse mesmo pensamento: “Fizemos tudo, mas mesmo tudo o que estava ao nosso alcance, mas era impossível passar o Porsche. Ainda que no miolo do circuito nos aproximássemos, na longa reta eles conseguiam sempre contrariar e manter alguma margem de reserva. O BOP, (balance of performance), destas quatro últimas corridas, prejudicou fortemente o McLaren e não devia ser assim. Se a ideia era equilibrar, de Hockenheim para Valencia, devia ter havido alteração. Tanto eu como o Henrique saímos de Espanha conscientes do bom trabalho que fizemos e que era impossível ter feito melhor. De qualquer modo não está ao alcance de todos, conseguir consecutivamente ao longo dos anos ser Campeão ou Vice-Campeão na GT World Challenge, pelo que estamos contentes pelo que alcançamos”.
 

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terça-feira, 18 de junho de 2024 – 11:22:49

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