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Federação Portuguesa de Surf acelera calendário até outubro para fugir a eventual segunda vaga da pandemia

 

Com o risco de uma segunda vaga de COVID-19 a pairar sobre as várias provas do calendário federativo, nas várias modalidades e escalões, FPS faz “esforço sobrehumano” para conseguir resultados fiéis à verdade desportiva, afirma o seu presidente, João Aranha

 

A Federação Portuguesa de Surf, apoiada pelas várias entidades associadas, com clubes e associações à cabeça, e confrontada com a possibilidade de uma segunda vaga de COVID-19 nos meses de Outono e Inverno, estipulou um calendário competitivo “ambicioso” que concentra a esmagadora maioria das provas das modalidades que tutela e todos os escalões etários no período até finais de Outubro (culmina com a derradeira etapa do Nacional de Bodyboard, dias 24 e 25, na Póvoa de Varzim).

 

O calendário passa assim quase incólume, com exceção feita à Taça de Portugal de Surfing que, pelo “timing” e logística envolvidos, com centenas de atletas concentrados num só local, foi cancelada por óbvias razões de segurança.

 

De realçar também que as modalidades de promoção e de categorias não open (Esperanças) terão os títulos atribuídos em provas únicas.

 

É um esforço sobrehumano”, diz João Aranha, presidente da direção da Federação Portuguesa de Surf, acrescentando: “É um plano ambicioso, montado sobre os ombros dos nossos clubes, associações e, no fundo, de todos os federados, que mostra bem a enorme vitalidade e capacidade organizativa do surfing em Portugal. Obviamente, este não é um ano normal, estamos a atravessar um dos momentos mais difíceis da história do desporto moderno e seria simples baixar os braços e não fazer nada. Mas esse não é o nosso espírito e também temos noção do papel importantíssimo que as nossas modalidades têm no desenvolvimento dos nossos jovens atletas mas também na promoção da costa portuguesa como destino de excelência para quem quer praticar as nossas modalidades. O Desporto precisa de nós e o país precisa de nós. Não os vamos deixar mal.

 

João Aranha conclui: “Fundamentalmente, daqui a alguns anos, não queremos que as pessoas olhem para os nossos registos de campeões e vejam os campeões de 2020 com um asterisco. Se depender de nós, serão campeões indiscutíveis.

Periodicidade Diária

segunda-feira, 27 de setembro de 2021 – 12:34:49

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