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Um regresso às origens do evento, a 7ª etapa vai percorrer 7.600 milhas náuticas através dos Mares do Sul, passar o Cabo Horn e daí até ao final dem Itajaí, sem “Stealth Mode”
Esta etapa, de Auckland, Nova Zelândia para Itajaí, no Brasil, é a mais longa da prova com 7.600 milhas náuticas. É também a que mais conta; uma vez que esta etapa tem pontuação a dobrar com um ponto de bónus adicional para a primeira equipa a rondar o icónico Cabo Horn.
"É a etapa que mais esperamos", disse Chris Nicholson, da equipa vencedora da 6ª etapa, o AkzoNobel e um veterano dos Mares do Sul.
"E então, à medida que o dia da largada se aproxima, começamos a lembrar-nos de como é realmente desagradável. É uma etapa incrível numa das zonas mais remotas do planeta".
As equipas não vão poder usar o “Stealth Mode” nesta etapa, e assim não vão poder “esconder” a sua posição.
O modo furtivo, no qual as equipas podiam optar para ter as suas posições ocultas do resto da frota durante três relatórios de posição consecutivos, caiu após o briefing dos skippers na sexta-feira.
Foi levantada a questão de que o “Stealth Mode” era usado principalmente no final das etapas, quando os fãs queriam saber as posições e acompanhar o final.
Quando a direção da regata recomendou aumentar o limite de utilização do “Stealth Mode” de 200 para 500 milhas do final, as equipas disseram que prefeririam não usá-lo, e assim foi eliminado nas instruções de regata.