Miguel Oliveira concluiu hoje em 12º lugar a corrida de Moto3 do Grande Prémio de França de motociclismo, 5.ª prova do Campeonato do Mundo de Moto GP.
A disputa no traçado gaulês voltou a revelar o carácter lutador do piloto português que nunca desistiu numa corrida difícil. As alterações levadas a cabo pela equipa da Mahindra revelaram este fim-de-semana não bastar num momento em que Miguel Oliveira garante que as dificuldades continuam: “A Mahindra não é uma moto fácil de guiar.” começa por explicar o único português presente no campeonato do Mundo de Moto GP. “Sensível em vários aspetos, o travão motor é um calcanhar de Aquiles e, quando está vento, as dificuldades são acrescidas. E, se não tiver um cone de ar que ajude nas retas, torna-se impossível estar na frente.”
Depois de ter partido da 14ª posição, saindo da quinta linha da grelha de partida, o jovem piloto de Almada acabou por sofrer alguns contratempos durante a corrida, como uma escorregadela na entrada da reta da meta, perdendo algumas posições só recuperáveis com algumas das desistências ocorridas em prova: “Foi uma corrida dura e esta posição apenas foi possível por beneficiar de algumas desistências.”
Já a pensar no próximo confronto o piloto não esconde a preocupação: “A equipa tem sabido reagir às adversidades mas a Mahindra nem tanto, precisamos de algo urgente para estar no lugar para o qual trabalhamos tanto.”
Miguel Oliveira está agora na 13º posição na classificação geral do campeonato e a próxima corrida está marcada para 1 de Junho em Itália.