Portugal alinha uma vez mais no Trial das Nações (TdN), competição por países que vai realizar-se em França.
A equipa lusa é constituída por Pedro Sousa, Diogo Vieira e Nuno Castro.
Esta será a 30.ª edição do Trial das Nações, e Portugal concretiza a sua vigésima participação, numa série ininterrupta iniciada em 1994. A prova disputa-se em La Chatre, no centro de França, a meio caminho entre Bourges e Limoges.
O TdN começa no Sábado, dia 7, com a competição reservada às Senhoras, que efectuam duas voltas a 15 zonas de obstáculos.
No Domingo entram em acção os homens, para duas voltas a 18 zonas, espalhadas no percurso com 12 Km.
Como sucede desde 1995, o Troféu é disputado pelas principais potências da modalidade, estando inscritas para esse efeito equipas de 5 países.
As restantes selecções masculinas disputam o Troféu Internacional, para o qual formalizaram inscrição 19 países. Nesta edição, Portugal apenas alinha uma selecção masculina, constituída por Pedro Sousa, Diogo Vieira.
Inicialmente, estava também convocado Leandro Castro, mas por motivos de saúde de um familiar não pode fazer a deslocação – decisão tomada já nesta semana. Outro piloto que poderia dar o seu contributo à equipa, Filipe Paiva, está impossibilitado por se encontrar em convalescença de um pé fracturado.
Normalmente, as equipas são constituídas por quatro pilotos, sendo retidos para a classificação colectiva os três melhores resultados em cada zona de obstáculos.
No caso de Portugal, alinhando apenas três elementos, todos os seus resultados serão considerados. Pedro Sousa é o campeão nacional em título na variante Outdoor, e Diogo Vieira conquistou já este ano a coroa Indoor. Ambos possuem já uma significativa experiência acumulada desta prova, fruto de diversas participações.
Por sua vez, Nuno Castro irá alinhar pela segunda vez.
O ano passado, a equipa das quinas terminou a prova no 13.º lugar, e tem por objectivo reentrar no lote dos doze primeiros do Troféu Internacional, no qual se situou nas treze edições imediatamente anteriores, e como habitualmente reduzir o diferencial de pontuação para outras equipas com que costumam ser suas adversárias directas.