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Teatro São Luiz junho

 

Versão web

Próximos ensaios de imprensa

 

KILLER JOE 
de TRACY LETTS 
URSO PARDO

teatro


11 de junho | Teatro São Luiz, sala Mário Viegas 
15h30 - 2 Cenas para TV com repetição + entrevistas   
16h30 - Ensaio corrido + fotógrafos, entrevistas no final   

KIT DE IMPRENSA_KILLER JOE   
 

 

Por favor confirme a sua presença para: 

Mafalda Simões | 962941942 | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

 

Junho abafadiço, sai a abelha do cortiço

O Teatro São Luiz inicia a semana com o ABC da Guerra, no dia 3 de junho, com a leitura do texto Verão e Fumo (1948), de Tennessee Williams, por Cátia Tomé. Nos dias 4 e 5 de junho, recebe o festival Thirst for change - World New Music Days 2025, promovido pela ISCM - Miso Music Portugal, música contemporânea com atuações de artistas internacionais.  
No dia 6 de junho, Dramaturgia: Paixões, de Ricardo Cabaça, com conversa com a convidada Teresa Toldy, seguida de uma leitura encenada com António Simão, Luís Godinho, Maria João Vaz e Zia Soares.  
A encerrar a primeira semana de junho, a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal apresenta no dia 7 de junho Impermanência(s), um espetáculo que conjuga a improvisação com a composição escrita, com direção musical de Pedro Moreira.
 

 

ABC DA GUERRA
Leitura e pensamento em volta de textos de teatro sobre a guerra 
João Sousa Cardoso


Regressa a 3 de junho com o texto Verão e Fumo, de Tennessee Williams (1948), leitura de Cátia Tomé. O ABC da Guerra é um ciclo mensal de reflexão conduzido por João Sousa Cardoso, entre janeiro e novembro de 2025, na sala Mário Viegas do Teatro São Luiz. Através da leitura e análise de peças modernas e contemporâneas, nacionais e internacionais, o programa aborda a guerra de forma não cronológica, por vezes tangencial. Cada sessão inclui leitura de excertos por atores e promove um ambiente de conferência-performance com cenografia de Ana Pérez-Quiroga. 

+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/

 

THIRST FOR CHANGE
World New Music Days 2025 
ISCM – MISO MUSIC PORTUGAL 

 

A 4 e 5 de junho o festival World New Music Days 2025, organizado pela ISCM - Miso Music Portugal, celebra a inovação musical com concertos de artistas de todo o mundo, destacam-se o Komorebi Duo, a Camerata Alma Mater, o Sond’Ar-te Trio e o Ensemble MPMP, em paralelo, encontros com compositores. 
 
Programa: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/thirst-for-change/  

DRAMATURGIA: PAIXÕES

Ricardo Cabaça
convidada: Teresa Toldy 
leituras: António Simão, Luís Godinho, Maria João Vaz e Zia Soares 

 

Nesta sessão será lançado o livro Paixões, a partir das sete últimas palavras de Cristo, pela Editora Urutau, de autoria de Ricardo Cabaça. 
Entrada livre 
 

No projeto Dramaturgia: Paixões, a 6 de junho, a convidada é a Teresa Toldy e a leitura encenada com António Simão, Luís Godinho, Maria João Vaz e Zia Soares. Dramaturgia: Paixões, assente nas sete últimas palavras de Cristo, é um projeto que surge do fascínio de Ricardo Cabaça pela figura de Jesus Cristo. Depois de ouvir As sete últimas palavras de Cristo, de Joseph Haydn, sentiu a urgência de escrever sete peças curtas para cada uma das palavras. Uma reflexão sobre Cristo, a Paixão, as últimas palavras na cruz. As sete peças são escritas numa plataforma online, onde os seis leitores-críticos acompanham a evolução dos textos em direto, assumindo o papel de leitores ativos, quer comentando quer trazendo referências. Em cada sessão são lidas duas peças em formato de leitura encenada, além de uma pequena conversa com um convidado para debater as palavras de Cristo dentro do contexto das artes. 
 
+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/dramaturgia-paixoes/  
IMPERMANÊNCIA(S) 
Orquestra de Jazz do Hot Clube Portugal

 

O projeto Impermanência(s) da Orquestra de Jazz do Hot Clube Portugal, com direção de Pedro Moreira, expande os limites da orquestra de jazz, explorando a relação entre improvisação, composição, autoria e coletividade. Em colaboração com compositores nacionais, cruza música erudita e improvisada, ampliando horizontes estéticos. Fundada em 1991, com estreia no Teatro São Luiz, a orquestra apresenta um repertório entre o contemporâneo e a tradição da big band. 

+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/impermanencias/  

Próxima semana...

 

Confissões de Santo Agostinho – Conversa com os tradutores 
organização Jean Paul Bucchieri 
Entrada livre 

A propósito do espetáculo Livro XI de Confissões de Santo Agostinho, com estreia, no Teatro São Luiz, na sala Mário Viegas, a 28 de junho, encenação de Jean Paul Bucchieri e interpretação de Cláudio da Silva, João Lagarto, João Pereira, Maria Arriaga e Pedro Lacerda, acontece no dia 14 de junho, na sala Bernardo Sassetti, uma Conversa com os tradutores do projeto. Os professores Arnaldo do Espírito Santo e Maria Cristina Pimentel são convidados a partilharem o seu conhecimento, experiência e relação com este texto central do cânone e civilização ocidentais. As Confissões são um livro inesgotável, que inaugura o género autobiográfico e no qual Agostinho se apresenta enquanto ser humano comum, filósofo e teólogo. O modo como estas diferentes dimensões se encontram e distanciam não deixa de surpreender o próprio autor. 

+ informaçõeshttps://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/confissoes-de-santo-agostinho-conversa-com-os-tradutores/  
https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/livro-xi-das-confissoes-de-santo-agostinho/  


ESTREIA | KILLER JOE
de Tracy Letts
URSO PARDO 
A classificar pela CCE 

Estreia a 14 de junho, no Teatro São Luiz, na sala Mário Viegas, uma encenação de Miguel Graça com interpretação de David Esteves, Dinarte Branco, Inês Pereira, Madalena Almeida e Pedro Caeiro. 
Escrita em 1993, Killer Joe é uma peça sobre os Smith, uma família disfuncional que vive numa autocaravana no Texas. A família, composta por Chris, um jovem com um plano, pelo seu pai Ansel, pela madrasta Sharla e pela irmã mais nova, Dottie, está numa situação financeira delicada. Numa tentativa desesperada de mudar o destino, contratam um assassino profissional, Joe Cooper, para assassinar a ex-mulher de Ansel e reclamar o dinheiro do seguro de vida. Numa realidade decadente e extrema, os Smith vão confrontar-se com um espelho do que são e com a inevitabilidade da tragédia numa realidade que os coloca perante as consequências das próprias decisões. Cru e violento, mas também cómico e luminoso, Killer Joe é um retrato da situação contemporânea que vivemos perante a indiferença em relação ao Outro, uma metáfora para a consequência das redes sociais que já se adivinhavam nos anos 90 e para uma sociedade cada vez mais autocentrada, narcisista e niilista. 

+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/killer-joe/ 
 

Todos os bilhetes estão à venda na bilheteira do Teatro e também online

 

 

Versão web

Próximos ensaios de imprensa

 

KILLER JOE 
de TRACY LETTS 
URSO PARDO

teatro


11 de junho | Teatro São Luiz, sala Mário Viegas 
15h30 - 2 Cenas para TV com repetição + entrevistas   
16h30 - Ensaio corrido + fotógrafos, entrevistas no final   

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Junho abafadiço, sai a abelha do cortiço

O Teatro São Luiz inicia a semana com o ABC da Guerra, no dia 3 de junho, com a leitura do texto Verão e Fumo (1948), de Tennessee Williams, por Cátia Tomé. Nos dias 4 e 5 de junho, recebe o festival Thirst for change - World New Music Days 2025, promovido pela ISCM - Miso Music Portugal, música contemporânea com atuações de artistas internacionais.  
No dia 6 de junho, Dramaturgia: Paixões, de Ricardo Cabaça, com conversa com a convidada Teresa Toldy, seguida de uma leitura encenada com António Simão, Luís Godinho, Maria João Vaz e Zia Soares.  
A encerrar a primeira semana de junho, a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal apresenta no dia 7 de junho Impermanência(s), um espetáculo que conjuga a improvisação com a composição escrita, com direção musical de Pedro Moreira.
 

 

ABC DA GUERRA
Leitura e pensamento em volta de textos de teatro sobre a guerra 
João Sousa Cardoso


Regressa a 3 de junho com o texto Verão e Fumo, de Tennessee Williams (1948), leitura de Cátia Tomé. O ABC da Guerra é um ciclo mensal de reflexão conduzido por João Sousa Cardoso, entre janeiro e novembro de 2025, na sala Mário Viegas do Teatro São Luiz. Através da leitura e análise de peças modernas e contemporâneas, nacionais e internacionais, o programa aborda a guerra de forma não cronológica, por vezes tangencial. Cada sessão inclui leitura de excertos por atores e promove um ambiente de conferência-performance com cenografia de Ana Pérez-Quiroga. 

+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/

 

THIRST FOR CHANGE
World New Music Days 2025 
ISCM – MISO MUSIC PORTUGAL 

 

A 4 e 5 de junho o festival World New Music Days 2025, organizado pela ISCM - Miso Music Portugal, celebra a inovação musical com concertos de artistas de todo o mundo, destacam-se o Komorebi Duo, a Camerata Alma Mater, o Sond’Ar-te Trio e o Ensemble MPMP, em paralelo, encontros com compositores. 
 
Programa: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/thirst-for-change/  

DRAMATURGIA: PAIXÕES

Ricardo Cabaça
convidada: Teresa Toldy 
leituras: António Simão, Luís Godinho, Maria João Vaz e Zia Soares 

 

Nesta sessão será lançado o livro Paixões, a partir das sete últimas palavras de Cristo, pela Editora Urutau, de autoria de Ricardo Cabaça. 
Entrada livre 
 

No projeto Dramaturgia: Paixões, a 6 de junho, a convidada é a Teresa Toldy e a leitura encenada com António Simão, Luís Godinho, Maria João Vaz e Zia Soares. Dramaturgia: Paixões, assente nas sete últimas palavras de Cristo, é um projeto que surge do fascínio de Ricardo Cabaça pela figura de Jesus Cristo. Depois de ouvir As sete últimas palavras de Cristo, de Joseph Haydn, sentiu a urgência de escrever sete peças curtas para cada uma das palavras. Uma reflexão sobre Cristo, a Paixão, as últimas palavras na cruz. As sete peças são escritas numa plataforma online, onde os seis leitores-críticos acompanham a evolução dos textos em direto, assumindo o papel de leitores ativos, quer comentando quer trazendo referências. Em cada sessão são lidas duas peças em formato de leitura encenada, além de uma pequena conversa com um convidado para debater as palavras de Cristo dentro do contexto das artes. 
 
+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/dramaturgia-paixoes/  
IMPERMANÊNCIA(S) 
Orquestra de Jazz do Hot Clube Portugal

 

O projeto Impermanência(s) da Orquestra de Jazz do Hot Clube Portugal, com direção de Pedro Moreira, expande os limites da orquestra de jazz, explorando a relação entre improvisação, composição, autoria e coletividade. Em colaboração com compositores nacionais, cruza música erudita e improvisada, ampliando horizontes estéticos. Fundada em 1991, com estreia no Teatro São Luiz, a orquestra apresenta um repertório entre o contemporâneo e a tradição da big band. 

+ informações: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/impermanencias/  

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Confissões de Santo Agostinho – Conversa com os tradutores 
organização Jean Paul Bucchieri 
Entrada livre 

A propósito do espetáculo Livro XI de Confissões de Santo Agostinho, com estreia, no Teatro São Luiz, na sala Mário Viegas, a 28 de junho, encenação de Jean Paul Bucchieri e interpretação de Cláudio da Silva, João Lagarto, João Pereira, Maria Arriaga e Pedro Lacerda, acontece no dia 14 de junho, na sala Bernardo Sassetti, uma Conversa com os tradutores do projeto. Os professores Arnaldo do Espírito Santo e Maria Cristina Pimentel são convidados a partilharem o seu conhecimento, experiência e relação com este texto central do cânone e civilização ocidentais. As Confissões são um livro inesgotável, que inaugura o género autobiográfico e no qual Agostinho se apresenta enquanto ser humano comum, filósofo e teólogo. O modo como estas diferentes dimensões se encontram e distanciam não deixa de surpreender o próprio autor. 

+ informaçõeshttps://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/confissoes-de-santo-agostinho-conversa-com-os-tradutores/  
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ESTREIA | KILLER JOE
de Tracy Letts
URSO PARDO 
A classificar pela CCE 

Estreia a 14 de junho, no Teatro São Luiz, na sala Mário Viegas, uma encenação de Miguel Graça com interpretação de David Esteves, Dinarte Branco, Inês Pereira, Madalena Almeida e Pedro Caeiro. 
Escrita em 1993, Killer Joe é uma peça sobre os Smith, uma família disfuncional que vive numa autocaravana no Texas. A família, composta por Chris, um jovem com um plano, pelo seu pai Ansel, pela madrasta Sharla e pela irmã mais nova, Dottie, está numa situação financeira delicada. Numa tentativa desesperada de mudar o destino, contratam um assassino profissional, Joe Cooper, para assassinar a ex-mulher de Ansel e reclamar o dinheiro do seguro de vida. Numa realidade decadente e extrema, os Smith vão confrontar-se com um espelho do que são e com a inevitabilidade da tragédia numa realidade que os coloca perante as consequências das próprias decisões. Cru e violento, mas também cómico e luminoso, Killer Joe é um retrato da situação contemporânea que vivemos perante a indiferença em relação ao Outro, uma metáfora para a consequência das redes sociais que já se adivinhavam nos anos 90 e para uma sociedade cada vez mais autocentrada, narcisista e niilista. 

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quarta-feira, 29 de abril de 2026

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