Viseu recebe amanhã a visita de professores do 1º ciclo das zonas de Vila Real, Porto e Entre-os-Rios
O Vereador da Educação da Câmara Municipal de Viseu, Pedro Ribeiro, recebe amanhã, dia 18 de julho, pelas 10 horas, na Praça da República, um grupo de cerca de 300 professores do 1º ciclo das zonas de Vila Real, Porto e Entre-os-Rios, que visitam o concelho no âmbito de uma formação para professores, promovida pela Universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Esta é uma iniciativa promovida pela instituição de ensino superior há cerca de 20 anos, que tem como objetivo sensibilizar os professores para a importância da conservação do património e, posteriormente, para estes poderem organizar estes roteiros com os seus alunos. Em 2025, a visita de campo elege Viseu, com um percurso que inclui o Centro Histórico, os Museus, o Parque Aquilino Ribeiro e a Mata do Fontelo.
Grupo OFF apresenta amanhã o espetáculo “Perdição”, nos 200 anos de Camilo Castelo Branco
A Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Viseu, Leonor Barata, marca presença amanhã, dia 18 de julho, pelas 21 horas, na estreia do espetáculo “Perdição”, do AFTA - Grupo OFF. Uma iniciativa que conta com o apoio do Município de Viseu, no âmbito do programa EIXO CULTURA.
Com encenação de Florbela Sá Cunha, o espetáculo, que terá lugar no Palácio dos Silveiras, na Rua Direita, é construído a partir da obra “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, e é apresentado ao público no ano em que se assinalam os 200 anos do nascimento do escritor português.
“O Grupo Off tem-se debruçado sobre textos de grande valor literário, partindo de grandes obras e autores nacionais: Aquilino Ribeiro, Bernardo Santareno, José Saramago, Natália Correia, Agustina Bessa-Luís, Fernando Pessoa, António Franco Alexandre, Perry Nava e a nova produção, Perdição, criada a partir da obra Amor de Perdição, não é exceção. Camilo Castelo Branco é um consagrado autor no panorama literário português e a sua obra está repleta de temas que promovem o convite à reflexão”, avança o Grupo OFF. “Numa abordagem cénica pouco linear e abstracta, carregada de silêncios, ecos, movimentos caóticos, onde o texto ganha corpo e fisicalidades, “Perdição” traz para palco uma abordagem que prova que a arte pode ser atemporal e um convite à reflexão sobre os desafios sociais e emocionais do presente”.